Curso LUZ NEGRA, fluorescência e recursos multissensoriais na educação emocional e terapia

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O que é a luz negra e por que ela é tão poderosa na educação e na terapia?

A luz negra é um tipo especial de iluminação ultravioleta (UV) que faz com que certos materiais fluorescentes brilhem intensamente no escuro. Esse efeito visual não apenas encanta e estimula a curiosidade, mas também ativa processos cognitivos e emocionais de maneira única.

Na educação emocional e na terapia, a luz negra cria um ambiente imersivo e envolvente, onde os estímulos visuais e sensoriais são potencializados, porém de forma respeitosa. Isso torna as atividades mais atraentes e impactantes para crianças, adolescentes e adultos, favorecendo o aprendizado, a concentração e o desenvolvimento das funções executivas.

O que são os recursos multissensoriais e por que usá-los?

Os recursos multissensoriais são materiais e estratégias que estimulam diferentes sentidos (visão, tato, audição, olfato e propriocepção). No contexto da luz negra, eles ajudam a intensificar as experiências e permitem que cada indivíduo interaja com o aprendizado de forma mais profunda e significativa.

O uso desses recursos facilita a assimilação de conteúdos, melhora a expressão emocional e amplia a criatividade. Além disso, promovem inclusão, tornando as atividades acessíveis para pessoas neurodivergentes, como autistas e indivíduos com dificuldades de aprendizado.

PARA QUEM É ESTE CURSO?

✔️ Educadores e pedagogos que desejam inovar no ensino utilizando experiências imersivas
✔️ Psicólogos e terapeutas que querem potencializar o impacto das sessões de terapia
✔️ Contadores de histórias que desejam fazer com que as suas contações sejam mais mágicas
✔️ Pais e cuidadores que desejam oferecer estímulos criativos e terapêuticos para crianças
✔️ Profissionais que atuam com pessoas neurodivergentes (TEA, TDAH, dificuldades de aprendizagem)
✔️ Facilitadores de oficinas que querem explorar novas formas de engajamento

O QUE VOCÊ VAI APRENDER?

✅ A importância dos recursos multissensoriais no desenvolvimento humano
✅ Como criar ambientes imersivos que despertam emoções e favorecem o aprendizado
✅ Como utilizar a fluorescência na luz negra para estimular concentração, criatividade e bem-estar
Experimentos científicos e oficinas passo a passo para aplicar na prática
✅ Como levar esses recursos para escolas, universidades, associações e terapia de grupo


📚 CONTEÚDO DO CURSO

🔥 Módulo 1: Conhecendo a Luz Negra e a Multissensorialidade
🎯 Introdução aos recursos multissensoriais e seus benefícios
🎯 O poder da fluorescência na educação emocional e terapia

🔥 Módulo 2: Espaço de Luz Negra e Materiais
🎯 Materiais Fluorescentes: Nem tudo o que brilha é ouro
🎯 Como criar seus próprios materiais fluorescentes
🎯 Criando um espaço de luz negra ideal

🔥 Módulo 3: Mergulhando na Luz Negra
🎯 O que é a metáfora sensorial e como aplicá-la
🎯 Atividades de educação emocional e desenvolvimento das funções executivas

🔥 Módulo 4: Experimentos Científicos na Terapia
🎯 Experimentos práticos para todas as idades

🔥 Módulo 5: Oficinas com Contos Passo a Passo
🎯 Aplicação da metodologia CONTOEXPRESSÃO para desenvolver habilidades emocionais


ABAIXO DEIXEI A AULA DE LANÇAMENTO DO CURSO PARA VOCÊ ASSISTIR:

🚀 QUAIS SÃO OS BENEFÍCIOS DA LUZ NEGRA NA EDUCAÇÃO E TERAPIA?

🔹 Aumento da concentração e foco: A atmosfera criada pela luz negra minimiza distrações e favorece o estado de atenção plena.
🔹 Maior engajamento: O efeito fluorescente torna qualquer atividade mais lúdica e envolvente, motivando crianças, adolescentes e adultos.
🔹 Estimulação sensorial profunda: Promove novas conexões neurais e melhora a retenção de informações.
🔹 Apoio ao desenvolvimento das funções executivas: Trabalha habilidades como memória, controle inibitório e flexibilidade cognitiva.
🔹 Inclusão e acessibilidade: Pessoas neurodivergentes, especialmente autistas, podem se beneficiar de experiências controladas e sensoriais.
🔹 Facilidade na expressão emocional: Atividades realizadas sob a luz negra criam um ambiente seguro para explorar emoções e sentimentos.


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ATENÇÃO: Os materiais disponíveis no Campus virtual, serão incrementados com aulas gravadas (a partir do dia 10 de abril) e teremos três aulas on-line por Zoom (10, 17 e 24 de Abril de 2025). Estas aulas ficarão gravadas para quem não puder assistir ao vivo e também responderei as dúvidas dos alunos que não estiverem na aula (por whatssap).

FICOU COM DÚVIDA? ENTRE EM CONTATO COMIGO NO FORMULÁRIO ABAIXO

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Agradecemos pela sua resposta. ✨

Curso de Luz negra e recursos multissensoriais com Claudine Bernardes

Recursos Multissensoriais na Luz Negra: Uma Aula Imperdível

Quer participar desta aula incrível????? Vagas limitadíssimas, inscreva-se já.

📅 Terça, 25/03 ⏰ Às 19h

Você já ouviu falar sobre luz negra e recursos multissensoriais na educação emocional e na terapia? 🌈🖐️

Nesta aula especial, vamos explorar:

✅ O que são os recursos multissensoriais; ✅ O que é a luz negra e seu impacto terapêutico; ✅ Como utilizá-los em oficinas para crianças neurodivergentes (TDAH e TEA); ✅ Metáforas sensoriais e sua aplicação na terapia e educação emocional; ✅ Atividades para desenvolver as funções executivas; ✅ O uso desses recursos na terapia com adultos. ✅ Contos na luz negra para crianças, adolescentes e adultos.

💡 BÔNUS: Durante a aula, apresentarei meu novo curso sobre essa mesma temática! COM UM DESCONTO IMPERDÍVEL!

🌟 Luz Negra e Recursos Multissensoriais na Educação Emocional e Terapia

A luz negra é um tipo de iluminação que emite radiação ultravioleta, tornando visíveis elementos fluorescentes no ambiente. Ela cria um efeito lúdico e imersivo, estimulando a atenção, a criatividade e a interação sensorial, tornando-se uma ferramenta poderosa na educação emocional e na terapia.

Os recursos multissensoriais envolvem estratégias que estimulam diferentes sentidos: visão, audição, tato, paladar e olfato, além dos sentidos proprioceptivo (responsável pela percepção do corpo no espaço) e vestibular (relacionado ao equilíbrio e movimento). Ao integrar essas experiências, criamos um ambiente mais acessível e eficaz para o desenvolvimento emocional e cognitivo.

Na prática terapêutica e educacional, o uso da luz negra associado a esses recursos auxilia no desenvolvimento das funções executivas, como a atenção, a memória, o autocontrole e a resolução de problemas. Em oficinas com crianças neurodivergentes (como aquelas com TDAH e TEA), a imersão sensorial permite um aprendizado mais dinâmico e envolvente.

Para adultos, o impacto terapêutico também é significativo. O uso de elementos fluorescentes pode facilitar a expressão emocional, proporcionar relaxamento e estimular o autoconhecimento.

Quer entender melhor como tudo isso funciona na prática? Participe da aula gratuita e descubra como a luz negra e os recursos multissensoriais podem transformar a educação emocional e a terapia! 🌟

📌 Quem sou eu? Sou Máster em Contos e Fábulas Terapêuticas e docente de Luz Negra e Recursos Multissensoriais nas pós-graduações do Instituto de Psicologia IASE (Espanha). ABAIXO DEIXO O MEU TRABALHO COM LUZ NEGRA EM ALGUMAS IMAGENS

JOGO DIVERTIDA MENTE 2 – Emoções Abre e Fecha

Descubra o “Abre e Fecha das Emoções” – Inspirado em Divertidamente 2

Olá, queridos leitores! Hoje venho compartilhar com vocês um jogo muito especial que criei, chamado “Abre e Fecha das Emoções”. Inspirado nas emoções que aparecem na animação Divertidamente 2, este jogo tem como objetivo proporcionar um espaço seguro onde as crianças possam falar sobre suas emoções, nomeá-las e aprender ferramentas de gestão emocional através do compartilhamento de experiências.

Abaixo deixo o video para você conhecer o jogo:

Objetivo do Jogo

O “Abre e Fecha das Emoções” foi desenvolvido para ajudar as crianças a:

  1. Identificar e nomear suas emoções.
  2. Compartilhar experiências emocionais.
  3. Aprender estratégias de gestão emocional.
  4. Desenvolver a empatia e claro
  5. DIVERTIR-SE MUITO

Como Jogar

O jogo é para ser jogado em dupla. Cada criança terá o seu próprio “Abre e Fecha” nas mãos. Aqui está o passo a passo:

  1. Escolha de Números:
    • A Criança 1 pergunta à Criança 2: “Escolha um número de 1 a 10.”
    • A Criança 1 abrirá e fechará o “Abre e Fecha” de acordo com o número escolhido pela Criança 2.
  2. Segunda Escolha de Números:
    • A Criança 1 repetirá a pergunta: “Diga um número de 1 a 10.”
    • A Criança 1 deve contar as emoções que aparecem até alcançar o número escolhido. Por exemplo, se cair na tristeza, será essa a emoção a ser trabalhada.
  3. Perguntas sobre a Emoção:
    • A Criança 1 perguntará um número de 1 a 8.
    • A Criança 1 lerá a pergunta correspondente ao número escolhido, em relação à emoção identificada anteriormente.
    • Exemplo: Se a emoção for tristeza e a Criança 2 escolher o número 3, a pergunta será: “Diga algo que provoca essa emoção (a tristeza) em você.”
  4. Troca de Turnos:
    • As crianças trocam de papéis, permitindo que cada uma tenha a oportunidade de responder e fazer perguntas.

Abaixo estão as duas imagens para baixar.

Benefícios do Jogo

Este jogo simples e divertido não só facilita a conversa sobre emoções, mas também fortalece a compreensão e a empatia entre as crianças. Ao verbalizar suas experiências e ouvir as dos outros, as crianças aprendem a reconhecer e a lidar melhor com suas emoções.

Mais Recursos e Cursos

Se você gostou desta atividade e quer aprender mais sobre como trabalhar a educação emocional com crianças, confira outras entradas interessantes no meu blog. Além disso, convido você a fazer o meu curso de CONTOEXPRESSÃO: Educação Emocional e Terapia por Meio de Contos. Esse curso oferece uma abordagem rica e prática para educadores, pais e terapeutas.

Clique aqui para saber mais sobre o curso

Espero que vocês se divirtam muito com o “Abre e Fecha das Emoções” e que ele traga muitos momentos de aprendizado e conexão para vocês e suas crianças. Até a próxima!

Claudine Bernardes

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Mensagem enviada

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SABE O QUE SÃO OS CONTOS MOTORES?

HOJE TENHO ALGO MUITO INTERESSANTE! CONTOS PARA A MOTRICIDADE, COM EXEMPLOS DE CONTOS DE FADA QUE VOCÊ PODE ADAPTAR E TAMBÉM UMA ADAPTAÇÃO PREPARADA POR MIM.

NO FINAL também mostro os OBJETIVOS DE APRENDIZAGEM da BNCC (Base Nacional Comum Curricular ) QUE CUMPRE ESTA PROPOSTA.

O conto motor é uma variante do conto narrado, e poderíamos chamar de um conto representado, ou “conto em jogo”, no qual há um narrador e um grupo de participantes que representa o que está sendo narrado.  É uma variante do conto, e uma atividade extremamente  motivadora, educativa e estimulante, que é muito eficaz principalmente na escola primária e infantil, para o desenvolvimento psicológico, físico e mental da criança. Não se trata  simplesmente de adaptar um conto à uma peça teatral. Aqui se trata de um jogo de improvisação, onde os participantes, devem dramatizar a história que estão escutando.  

Autores como o Conde Caveda (1994) e Ruiz Omeñaca (2011), afirmam que a história motora é utilizada como meio de explorar, brincar, construir, criar, dentro da educação psicomotora e da educação física escolar. Além disso, cumpre todas as condições para incluí-lo como uma alternativa válida ao ensino durante o jogo, inerente à qualidade lúdica. Não se trata de jogar, mas sim de educar. Portanto, o jogo é a ferramenta educacional mais valiosa.

Deve-se notar também que é importante conceber a história em um contexto pedagógico, a fim de construir um aspecto pessoal e social. Também é importante que a história chegue ao aluno capturando seus interesses, para que o professor tenha que antecipar o que pode acontecer e imaginar todo o contexto da aula.

Ruiz Omeñaca (2009), sugere que o processo da história motora consiste em ler uma história e introduzir uma série de atividades motoras para os alunos. São elementos de grande importância no processo pedagógico: a motivação, o envolvimento ativo dos alunos, o desafio como fator de melhoria e transformação da classe em uma comunidade de apoio em que a convivência adquire grande importância.

DEIXO ABAIXO 4 SUGESTÕES DE CONTOS QUE VOCÊ PODE ADAPTAR e UM CONTO ADAPTADO POR MIM, para você usar livremente.

Os Três Porquinhos – Um Conto Motor (por Claudine Bernardes)

Narrador: Era uma vez três porquinhos que decidiram construir suas próprias casas. Vamos começar imitando os porquinhos caminhando pela floresta, procurando materiais para construir suas casas. Vamos lá, caminhem como porquinhos!

[Crianças caminham pelo espaço imitando porquinhos]

Narrador: O primeiro porquinho encontrou um monte de palha. Ele decidiu construir sua casa com palha. Vamos todos pegar palha do chão e começar a construir a casa! Como é o som da palha?

[Crianças fingem pegar palha do chão e empilhar para construir a casa]

Narrador: O segundo porquinho encontrou um monte de madeira. Ele decidiu construir sua casa com madeira. Vamos pegar pedaços de madeira e construir a casa! Como é o som da madeira?

[Crianças fingem pegar pedaços de madeira e martelar para construir a casa]

Narrador: O terceiro porquinho encontrou tijolos e cimento. Ele decidiu construir sua casa com tijolos. Vamos pegar os tijolos e colocar um em cima do outro, usando cimento para grudar! Como é o som dos tijolos de cimento?

[Crianças fingem pegar tijolos, colocar um em cima do outro e espalhar cimento]

Narrador: Um dia, o lobo mau apareceu. Ele estava com muita fome e queria comer os porquinhos. Vamos todos fazer uma cara de lobo mau e dar passos grandes como ele.

[Crianças fazem cara de lobo mau e dão passos grandes]

Narrador: O lobo foi até a casa de palha e disse: “Eu vou soprar e soprar e a sua casa vou derrubar!” Vamos todos dizer esta frase e soprar bem forte!

[Crianças sopram forte]

Narrador: E a casa de palha foi derrubada. O primeiro porquinho correu para a casa de madeira. Vamos todos correr como o primeiro porquinho!

[Crianças correm para outro lugar do espaço]

Narrador: O lobo chegou à casa de madeira e disse: “Eu vou soprar e soprar e a sua casa vou derrubar!” Vamos soprar de novo!

[Crianças sopram forte novamente]

Narrador: E a casa de madeira também foi derrubada. Os dois porquinhos correram para a casa de tijolos. Vamos todos correr como os porquinhos!

[Crianças correm para outro lugar do espaço]

Narrador: O lobo chegou à casa de tijolos e disse: “Eu vou soprar e soprar e a sua casa vou derrubar!” Vamos tentar soprar mais forte!

[Crianças tentam soprar mais forte]

Narrador: Mas a casa de tijolos não caiu. O lobo ficou muito bravo e tentou entrar pela chaminé. Vamos todos imitar o lobo subindo na chaminé.

[Crianças imitam o lobo subindo na chaminé]

Narrador: Mas os porquinhos acenderam uma grande fogueira na lareira. O lobo, ao descer pela chaminé, queimou o rabo e saiu correndo. Vamos todos pular como se estivéssemos queimando o rabo e correr bem rápido!

[Crianças pulam e correm pelo espaço]

Narrador: E assim, os três porquinhos viveram felizes e seguros na casa de tijolos. Vamos todos celebrar fazendo uma dança feliz!

[Crianças fazem uma dança feliz]

Narrador: E essa foi a história dos Três Porquinhos! Parabéns a todos por participarem tão bem! FIMMMMMMMMMMMMMM

Crianças bem pequenas
(1 ano e 7 meses a
3 anos e 11 meses)

(EI02EO03)
Compartilhar os objetos e
os espaços com crianças da
mesma faixa etária e adultos.(EI02CG03)
Explorar formas de
deslocamento no espaço
(pular, saltar, dançar),
combinando movimentos e
seguindo orientações.(EI02EF08)
Manipular textos e participar
de situações de escuta para
ampliar seu contato com
diferentes gêneros textuais
(parlendas, histórias de
aventura, tirinhas, cartazes de
sala, cardápios, notícias etc.).

Crianças pequenas
(4 anos a 5 anos
e 11 meses)

(EI03EO03)
Ampliar as relações
interpessoais, desenvolvendo
atitudes de participação e
cooperação. (EI03CG01)
Criar com o corpo formas
diversificadas de expressão
de sentimentos, sensações
e emoções, tanto nas
situações do cotidiano
quanto em brincadeiras, dança, teatro, música. (EI03EF04)
Recontar histórias ouvidas
e planejar coletivamente
roteiros de vídeos e de
encenações, definindo os
contextos, os personagens,
a estrutura da história.

ENSINO FUNDAMENTAL

 (EF15LP15) Reconhecer que os textos literários fazem parte do mundo do imaginário e 
apresentam uma dimensão lúdica, de encantamento, valorizando-os, em sua diversidade cultural, 
como patrimônio artístico da humanidade.

(EF35LP21) Ler e compreender, de forma autônoma, textos literários de diferentes gêneros e extensões, inclusive aqueles sem ilustrações, estabelecendo preferências por gêneros, temas, autores.

GOSTOU? Deixe um comentário dando a sua opinião. Compartilhe com os seus amigos e se quiser aprender mais sobre o USO DOS CONTOS COMO FERRAMENTA EDUCATIVA E TERAPÊUTICA, entre neste link para conhecer o meu CURSO ONLINE DE CONTOEXPRESSÃO.

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Quer aprender a usar os contos na educação e terapia? Aproveite essa oferta no curso de Contoexpressão

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“Liberte a Magia das Histórias com a Contoexpressão: Transformando Emoções em Jornadas Inspiradoras”

O que é a Contoexpressão:

Se trata de uma metodologia criada por Claudine Bernardes, e que vem sendo aplicada por diversos profissionais da educação, saúde e terapia, contadores de histórias e cuidadores, tanto com crianças como adolescentes e adultos.

Contoexpressão é a arte de compartilhar, provocar e despertar conhecimento de forma sensorial e simbólica através de contos. É uma técnica que busca produzir mudanças de pensamento, que culminarão em mudanças de conduta, auxiliando o ser humano no árduo processo de buscar uma melhor versão de si.

Você está pronto para explorar um mundo onde histórias se tornam pontes para as emoções, crescimento pessoal e cura interior?

Apresentamos a você o nosso curso envolvente de Contoexpressão: uma abordagem que utiliza o poder das narrativas para nutrir a educação emocional e desencadear transformações profundas.

A metodologia também se aplica com adultos?

Claro que sim!!!! Você pode utilizar a Contoexpressão com crianças, adolescentes e adultos. Na equipe da Contoexpressão temos profissionais (psicólogas, psicopedagogas, contadoras de história, arteterapeutas, enfermeiras etc) que trabalham com diferentes públicos. Através da metodologia você se conseguirá realizar atividades com adolescentes, se conectar com eles. Também com adultos, em oficinas terapêuticas ou pedagógicas, inclusive oficina de humanização em empresas. Com todos os públicos o seu trabalho será um sucesso!

Quer saber o que você vai aprender nesse curso?

Descubrirá o poder transformador dos contos, mas terá uma metodologia clara, passo a passo, com ferramentas potentes para aplicar esse conhecimento.

Compreenderá os contos e seus simbolismos. Aprenderá criar contos terapêuticos, oficinas e atividades para todos os públicos.

Aprenderá sobre Educação Emocional de uma forma completamente distinta do que até agora conhece. Será criativo, acolhedor, transformador.

Embarque nesta jornada emocionante e descubra como histórias podem transcender palavras, tocando corações e iluminando caminhos. Junte-se a nós na maravilhosa aventura da Contoexpressão.

Clique para se inscrever e comece a desvendar os segredos emocionais que os contos têm a oferecer.

Sua jornada emocional está prestes a começar!

Além dos bônus, as alunas e Facilitadoras Contoexpressivas receberão formação continuada, porque além das aulas gravadas, temos aulas-extras gratuitas exclusivas para a comunidade da Contoexpressão.

Quer mais??? Temos muito mais!!!

Além de formação contínua, a Comunidade da Contoexpressão:

💰 Desconto exclusivo em outros cursos oferecidos por Claudine Bernardes.

📞 Orientação direta com a docente, mesmo despois de terminar o curso.

📚 Possibilidade de fazer parte da publicação de livros com Claudine Bernardes

E se você ainda tem dúvidas, veja o que outras profissionais falam sobre este curso:

“O Curso Online de Contoexpressão é uma metodologia que trabalha as emoções por meio de contos. Agregou aos meus conhecimentos literários, em especial infantil, capacidades antes desconhecidas para trabalhar a educação emocional através de contos, junto a crianças, jovens e adultos. Um trabalho pensado com o coração para despertar corações. Agradeço a Claudine Bernardes pelos conhecimentos ministrados com tanto amor e comprometimento.” Ângela Borges Daher – Educadora, Bibliotecária, professora de Yoga para crianças e Facilitadora em Contoexpressão.

“Com este curso fiquei mais enriquecida a nível pessoal e profissional. Aprendi muito e apliquei as ferramentas deste curso com as minhas crianças. Quero agradecer a minha mentora Claudine Bernardes pela disponibilidade, profissionalismo e dedicação por tudo o que fez por mim. Aconselho a realização do curso.” Maria Santos, professora de educação infantil (crianças 2 e 3 anos) em Portugal. Facilitadora em Contoexpressão

“Estou muito feliz por mais uma etapa concluída. Vocês sabem o que é a Contoexpressão? é uma ferramenta riquíssima de educação emocional e terapia através de contos. E o melhor, pode ser usada com todas as idades! O curso mostra como podemos promover, através dos contos e seus símbolos, processos de aprendizado e cura, de uma forma delicada e natural. Sem agredir. Recomendo a todos que gostam de contar histórias!” Marina Leal – Professora de Canto – Facilitadora em Contoexpressão.

Quer conversar com Claudine Bernardes? Entre em contato pelo Whatssap +34 680880740 ou preencha o formulário abaixo:

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Sete artigos científicos sobre o uso dos contos na terapia com crianças, adolescentes e adultos

Os contos, ao longo da história da humanidade, têm desempenhado um papel fundamental na transmissão de valores, cultura e sabedoria. No entanto, além de sua função cultural, os contos também se revelaram uma ferramenta terapêutica poderosa, capaz de tocar as profundezas da alma e auxiliar na jornada de autoconhecimento e cura emocional.

Há anos desenvolvo o meu trabalho utilizando os contos como ferramenta terapêutica, inclusive ensinando a outros profissionais a fazê-lo, tanto nos meus cursos como dentro de mestrados organizados por outras instituições reconhecidas, como é o caso do Instituto de Psicologia IASE, com sede em Valencia, Espanha onde sou docente de narrativa na terapia.

Para corroborar o que estou dizendo, selecionei alguns artigos científicos publicados em português, os quais deixarei abaixo, porém antes gostaria compartilhar com vocês algumas frases de autores notáveis como Bruno Bettelheim, Carl Gustav Jung e Marie Louise von Franz enfatizaram essa importância.

  1. Bruno Bettelheim: Este psicanalista austríaco, em seu livro “A Psicanálise dos Contos de Fadas”, afirmou: “Os contos de fadas realçam os conflitos psicológicos fundamentais que a criança enfrenta enquanto cresce e amadurece. Eles oferecem uma forma simbólica de lidar com medos, desejos e ansiedades.”
  2. Carl Gustav Jung: O renomado psiquiatra suíço Carl Jung acreditava que os contos de fadas eram uma expressão das experiências arquetípicas do inconsciente coletivo. Ele disse: “Os contos de fadas são o meio pelo qual experimentamos as profundezas da psique.”
  3. Marie Louise von Franz: Como discípula de Jung, Marie Louise von Franz explorou extensamente o poder dos contos em suas obras. Ela disse: “Os contos de fadas são como sementes que contêm a totalidade da planta em potencial, o que significa que, através da exploração e interpretação, podemos desbloquear a totalidade de nossa psique.”

Os contos proporcionam um espaço seguro para explorar emoções complexas e aspectos ocultos da personalidade.

Na terapia, eles servem como um meio de reflexão, cura, ressignificação e crescimento pessoal. Eles oferecem metáforas poderosas para entender nossas vidas e desafios de maneira mais profunda. Portanto, a importância dos contos como ferramenta terapêutica reside em sua capacidade de tocar o âmago de nossa existência e nos ajudar a encontrar significado, cura e transformação.

Abaixo deixo a informação dos artigos que selecionei e também o link para poder baixar esse material em PDF:

  1. ERA UMA VEZ… OS CONTOS DE FADAS COMO RECURSO TERAPÊUTICO COM CRIANÇAS HOSPITALIZADAS | Revista Psicologia, Diversidade e Saúde (bahiana.edu.br)

Autoras: Maria das Graças Ferreira GonçalvesUFBA – Universidade Federal da Bahia

Ana Aparecida Nascimento Martinelli Braga Escola Bahiana de Medicina e Saúde Pública

As considerações conclusivas apontam que o conto de fadas não é a única ferramenta de intervenção a ser utilizada com crianças no enfrentamento durante o período de internação hospitalar, entretanto pode ser considerado como um importante instrumento de trabalho pela sua eficácia como função.

2. Universidade Federal da Bahia: Belas e Feras: o conto popular na clínica com crianças (ufba.br)

Autora: Leila de Oliveira Pinto

Esta dissertação apresenta o relato de um estudo sobre a recepção de narrativas orais da tradição popular baiana, especificamente contos do tipo o “noivo-animal”, com crianças que se encontravam hospitalizadas no Hospital Geral do Estado – HGE. Inicialmente, parte-se da hipótese de que o processo de metamorfose, do humano que se transforma em fera ou animal, poderia representar o adoecimento e favorecer a identificação destas crianças com o animal metamorfoseado. Em seguida, avalia-se a possibilidade do conto popular ser utilizado como um instrumento terapêutico na clínica com crianças, isto é, como produtor de subjetividade, o que foi analisado e demonstrado com base nos resultados alcançados. Para desenvolver esta investigação, toma-se como referência alguns conceitos das teorias literária e psicanalítica que são apresentados e discutidos no Capítulo I. As etapas metodológicas e os critérios para seleção da amostra e constituição do corpus de estudo são descritos no Capítulo II, enquanto no Capítulo III propõe-se um momento para analisar os dados e extrair algumas conclusões.

3. Oficinas terapêuticas com crianças em uma clínica-escola de psicologia: utilização dos contos de fadas (usp.br) :

Autora: Fernanda Romano Soares

O objetivo da pesquisa foi verificar o impacto da realização de oficina terapêutica de contos de fadas, com crianças, no fluxo de atendimento e na vivência dos participantes, no contexto da clínica-escola, além de avaliar se o instrumento projetivo CAT-A contribui como uma das formas de mensurar resultados de intervenção e, em caso positivo, de que forma.

Os resultados apontaram que esse tipo de trabalho poderia ser adotado pelas instituições com maior frequência, visando a seu próprio benefício, dos alunos, e, principalmente, da comunidade carente de instituições de acolhimento e cuidado. Destaca-se a importância da realização.

4. A criança e a morte : a expressão das perdas e conflitos por meio dos contos de fadas (pucgoias.edu.br)

Autora: Ellen Fernanda Klinger

Da pesquisa de campo foi possível concluir que: os conflitos expressos pelas crianças demonstram a compreensão infantil com atravessamento dos sentimentos de pesar, medo, insegurança com as mudanças na estrutura e dinâmica familiar, o que reforça a necessidade de medidas de apoio à criança e a família (Artigo 3); o uso dos contos de fadas possibilita abordar conteúdos envolvendo a morte e conflitos gerados pela perda, bem como auxiliar na elaboração do luto. Como contribuição, a tese trouxe a possibilidade de instrumentalizar os profissionais que são procurados para trabalhar com crianças enlutadas

5. Potencial terapêutico dos contos de fadas: uma análise voltada ao público adulto | (fsg.edu.br)

Autores: Lilian Fabiana Soares Tarabal Faculdade da Serra Gaúcha Ilvo Fernando Port Faculdade da Serra Gaúcha

De modo geral, pelo engajamento e motivação demonstrados pelos professores, parece ter havido efeitos terapêuticos com essa vivência. Somente pela observação, não há como saber se houve elaborações, ressignificações, no entanto, ocorreram mudanças de comportamento, o que pressupõe que algo tenha ocorrido em nível mais profundo. A partir da visão da pesquisadora e, de acordo com o que lhe fez questão, destacam-se alguns pontos que lhe pareceram resultar do processo mediado pelos contos de fadas, quais sejam: o aumento do otimismo, da criatividade, da capacidade reflexiva, do gosto pela literatura, a predisposição para o trabalho em equipe, o despertar para o autocuidado e a diminuição das queixas.

6. Sentidos do vazio: um estudo sobre as narrativas fantásticas e o fantasiar de adultos hospitalizados (unesp.br)

AUTORA: Sofia Dionízio Santos

“O rosto atrás do rosto”, de Marina Colasanti, nos empurra em direção a uma reflexão sobre o estar no mundo. Como vimos em nossa “interpretação” exploratória, o conto encerra questionamentos sobre a posição da mulher e do homem diante do contato amoroso. Num nível mais profundo, o choque perante a irrupção do “estranho”, do “fantástico” vazio do rosto do Guerreiro, provoca o re-conhecimento do vazio existente em nós, incitando a uma busca por aquilo que preencherá esse vazio. A experiência no hospital demonstra a importância de espaços para um contato com aquilo que o paciente pensa e sente e para a verbalização destes pacientes, assegurando uma conseqüente escuta. Esse momento de atenção e cuidado pôde ser proporcionado através de um conto considerado “infantil”, que se revelou, mesmo “infantil”, pois despertou profundas e antigas reflexões entre os entrevistados e, também, em mim.

7. O uso das práticas narrativas em um grupo terapêutico com adolescentes em situação de sofrimento emocional (usp.br)

Autora: Camila Martins Lion

O objetivo geral desta pesquisa foi compreender o uso dos princípios narrativos no processo conversacional de um grupo com adolescentes em situações de sofrimento emocional. Para tanto, realizou-se um grupo semanal com onze adolescentes em situações de sofrimento diversas, em uma escola do interior do Estado de São Paulo, totalizando 8 encontros com duração aproximada de duas horas.

ENTÃO, GOSTOU??? Espero que sim!!! E se quiser aprender a utilizar os contos como ferramenta terapêutica e educativa, te convido para fazer o meu curso CONTOEXPRESSÃO: EDUCAÇÃO EMOCIONAL E TERAPIA POR MEIO DE CONTOS. E se quiser mais informação sobre os meus cursos preencha o formulário abaixo que lhe respondo com toda a informação.

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AULA ZOOM: O SER e seus SÍMBOLOS – Capacidade Simbólica e Metafórica na Terapia

🌟 Descubra o poder dos SÍMBOLOS na terapia! 🌟

Aula online “O SER E SEUS SÍMBOLOS”: Capacidade Simbólica e metafórica em terapia

🕐 Duração: 2 horas
🗓️ Data: Terça-Feira, 12/09 às 18h30
📍 Plataforma: Zoom

Os símbolos desempenham um papel crucial tanto na terapia quanto na educação emocional, pois servem como ferramentas versáteis para explorar e comunicar emoções complexas. Na terapia, os símbolos permitem que os indivíduos expressem experiências e conflitos internos de maneira simbólica, promovendo o autoconhecimento, a cura emocional e a comunicação terapêutica. Em contextos educacionais, os símbolos facilitam a compreensão das emoções, ajudam as pessoas a identificar e gerenciar suas emoções de forma saudável e promovem a empatia e a inteligência emocional. Ambos os campos se beneficiam da capacidade dos símbolos de transcender barreiras linguísticas e culturais, tornando-se uma linguagem universal para explorar o mundo emocional e promover o bem-estar psicológico.

O que vamos abordar na aula:
✅ Símbolos, Signo e Metáfora (conceito)
✅ O símbolo do coletivo ao individual
✅ O símbolo e a metáfora na terapia grupal
✅ O processo de simbolização em atividades terapêuticas e educativas: como facilitar esse processo (provocar, projetar, observar, acolher, conversar e aprender)
✅ Projeção simbólica na narrativa
✅ Objetos transicionais como símbolo de proteção materna

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6 Contos e oficinas para a prevenção do suicidio: Setembro Amarelo

Primeiramente devemos quero deixar claro que educação emocional desempenha um papel fundamental na prevenção do suicídio, pois ajuda a desenvolver habilidades emocionais e sociais que podem fortalecer a resiliência das pessoas e capacitá-las a enfrentar desafios emocionais e situações de estresse. Falei sobre este tema com a Psicóloga Lurdes Figueiredo em uma live no meu Instagram. Entre aqui para ver.

E que habilidades emocionais devem ser fortalecidas?

  1. Autoconsciência Emocional: A educação emocional ajuda as pessoas a reconhecerem e compreenderem suas próprias emoções. Isso permite que elas identifiquem quando estão enfrentando dificuldades emocionais e ajuda a normalizar a experiência emocional.
  2. Autorregulação Emocional: Aprender a gerenciar e regular as emoções é uma parte essencial da educação emocional. Isso envolve desenvolver estratégias saudáveis ​​para lidar com emoções intensas, como ansiedade, tristeza e raiva, em vez de recorrer a comportamentos destrutivos.
  3. Habilidades de Comunicação: Educação emocional também engloba habilidades de comunicação eficazes, que ajudam as pessoas a expressarem seus sentimentos e pensamentos de maneira clara e assertiva. Isso pode facilitar o compartilhamento de emoções e reduzir o isolamento.
  4. Empatia e Apoio Social: Aprender a se colocar no lugar dos outros e desenvolver empatia pode ajudar a fortalecer as conexões sociais. Uma rede de apoio forte e saudável pode desempenhar um papel crucial na prevenção do suicídio, fornecendo suporte emocional durante momentos difíceis.
  5. Tomada de Decisões: A educação emocional capacita as pessoas a tomarem decisões informadas e ponderadas, considerando suas emoções e consequências possíveis. Isso pode ser particularmente importante para evitar decisões impulsivas em momentos de desespero.
  6. Redução do Estigma: Ao falar abertamente sobre emoções e saúde mental, a educação emocional pode ajudar a reduzir o estigma associado ao suicídio e a pedir ajuda quando necessário.
  7. Desenvolvimento da Resiliência: A resiliência é a capacidade de se recuperar de adversidades. A educação emocional ajuda as pessoas a construírem resiliência, permitindo-lhes adaptar-se melhor a situações estressantes e encontrar soluções construtivas.
  8. Fomento de Atitudes Positivas: A educação emocional incentiva a cultivar uma atitude positiva em relação à vida e a desenvolver a autocompaixão. Isso pode aumentar a autoestima e a autoaceitação, fatores que contribuem para a saúde mental.
  9. Detecção de Sinais de Alerta: A educação emocional também pode ajudar a identificar sinais de alerta de que alguém está enfrentando dificuldades emocionais graves e precisa de apoio adicional. Isso permite uma intervenção mais precoce.
  10. Promoção da Busca de Ajuda: Ao ensinar às pessoas a importância de buscar ajuda quando necessário, a educação emocional pode encorajar a busca de tratamento e apoio profissional em momentos de crise.

Mas como promete o título desta publicação, quero deixar para você sugestão de CONTOS E OFICINAS que podem ser utilizados de forma prática. Ao final, deixarei um formulário para aqueles que desejam receber gratuitamente uma oficina criada por mim, com um conto e explicada passo a passo. Vamos lá

Oficinas: CARVALHO E OS CONTOS (prevenir o suicidio entre idosos)

O Carvalho e os Contos faz parte do meu livro CONTOS QUE CURAM: Oficinas de Educação Emocional por meio de contos. Junto a este conto você encontrará uma oficina passo a passo para aplicá-la. Porém abaixo deixo o conto em imagem e uma sugestão alternativa de oficina para grupos de idosos.

Esta oficina tem o objetivo de fortalecer a identidade, a resiliência, o protagonismo dos idosos e consciência emocional. Além disso ajuda no desenvolvimento da empatia, apoio social e habilidades de comunicação.

OFICINA 1: HISTÓRIAS E EMOÇÕES

somente idosos

Nesta primeira oficina vamos trabalhar com um grupo de idosos. Peça que tragam fotos antigas (é algo imprescindível)

Material necessário: fotos antigas dos idosos; 1 cartolina para cada idoso, tesouras, canetinhas, colas.

Passo a passo:

  1. Receba o grupo com muito carinho e introduza dizendo que eles serão os protagonistas dessas oficinas. O ambiente deve ser muito acolhedor.

2. Faça uma roda de conversa: Pergunte se eles se sentem protagonistas de algo, se sentem que são escutados pelas pessoas. Aqui é importante escutar a cada um deles. Todos devem sentirse livres para falar.

3. CONTAÇÃO: Conte a história O CARVALHO E OS CONTOS (Claudine Bernardes, livro Contos que Curam) Depois, vamos introduzir diferentes perguntas: Quem já se sentiu como o Carvalho do conto? O Carvalho reconquistou o protagonismo da sua própria vida, isso foi algo positivo? Vocês gostariam de ser mais escutados ou vistos pelas pessoas? O que acham que poderiam fazer de diferente no dia a dia para que isso acontecesse?

4. TODA HISTÓRIA CONTA: Entregue para cada pessoa uma cartolina e materiais individuais (cola, canetinhas, tesouras). Cada participante deve construir um cartaz com a sua história, através das fotos que trouxe. Também pode decorar e fazer desenhos para completara a história da sua vida.

5. COMPARTILHANDO A HISTÓRIA: Divida os participantes em dois grupos. Os participantes do grupo 1 estarão sentados em cantos diferentes da sala, com o seu cartaz nas mãos ou pegados na parede. Os participantes do grupo 2 passearão pelas salas, observando os cartazes, os quais devem ser explicados por cada pessoa que compôs o cartaz. Depois os participantes dos Grupo 2 serão os que exporão as suas histórias enquanto o GRUPO 1 passeará pela sala escutando as histórias.

6. RODA DE CONVERSA: Faremos uma roda de conversa final, onde cada participante terá a oportunidade de comentar o que sentiu durante a oficina e o que leva dela.

7. FINALIZAÇÃO e preparação para a seguinte oficina: O facilitador deverá guardar os cartazes para a seguinte oficina, depois explicará que na seguinte oficina eles receberão um grupo de crianças e cada um deles deve pensar num pequeno conto para contar às crianças. Se algum idoso não quiser contar, não deve sentir-se obrigado, porém o facilitador deverá animá-lo inclusive dando-lhe tempo para que possa repensar.

OFICINA 2: SOMOS PROTAGONISTAS

O Facilitador deve conseguir um grupo de crianças para participar dessa oficina, ou pode levar o grupo de idosos numa escola ou igreja.

Preparar a sala: Espalhe os Cartazes pela sala e ao lado dos cartazes uma cadeira para cada idoso. Os idosos devem estar sentados ao lado dos seus cartazes e as crianças devem entrar e sentar-se no centro. O facilitador deve explicar para elas que esse é um ambiente de respeito, inclusive deve fazer alguns combinados (caso considere necessário essa parte pode ser feita antes de entrar na sala onde estarão os idosos).

  1. EXPOSIÇÃO: Explique para as crianças que elas verão uma exposição de fotos e que podem fazer perguntas ao idoso que está ao lado dos cartazes. As crianças passearão livremente pela sala e os idosos mostrarão os seus cartazes, explicando a as suas vidas.
  2. CONTAÇÃO: As crianças se sentarão para escutar a história O CARVALHO E OS CONTOS. Depois o facilitador deverá fazer-lhes perguntas como: O que acharam da história? Quem aqui tem avós? Sabiam que muitas avós e avôs se sentem solitários como esse carvalho? Eles têm muitas histórias para contar, porque viveram durante muitos anos, vocês sabiam disso? Vocês escutam as histórias dos avós de vocês?
  3. ELES TAMBÉM CONTAM: Fala facilitador: “Agora vamos escutar histórias que os nossos amigos prepararam para nós.” Divida o grupo de crianças em relação ao número de idosos que contarão histórias. Cada grupo deve ir a partes mais retiradas para que possam ser escutados pelos seus grupos de crianças (Caso poucos idosos contem, não é necessário dividir por grupos).
  4. DESENHANDO OS CONTOS: Distribua materiais entre os participantes para que façam um desenho que expresse as histórias que escutaram.
  5. RODA DE CONVERSA: Para finalizar faça uma roda de conversa onde tanto crianças como idosos possam expressar o que sentiram e o que levam desse encontro.
  6. PRESENTE: Prepare previamente um CARTÃO bonito, com o nome da atividade e os nomes de todos os participantes, o qual deve ser dado de presente para cada idoso.

OFICINA 3. A AMENDOEIRA TRISTE

Uma alma triste pode matar mais rapidamente que uma bactéria (John Steinbeck)

Se desejamos fortalecer as capacidades emocionais para prevenir o suicídio é necessário trabalhar a questão da tristeza, sua compreensão, acolhimento, processo de entrada e saída e fortalecer a resiliência. Por meio deste conto e de uma oficina que criei, você poderá trabalhar com crianças, adolescentes e adultos.

O Conto “A Amendoeira Triste” foi criado utilizando símbolos e metáforas que se conectarão com o ouvinte/leitor, convidando-o a uma reflexão profunda sobre os motivos da sua tristeza, sua visão frente à vida e como fluir de forma mais positiva, para enfrentar a tristeza e ser mais resiliente.

“À beira de uma montanha, ao lado de um caminho, vivia uma amendoeira triste que passava reclamando o dia inteiro.” 

OFICINA DE EDUCAÇÃO EMOCIONAL “A Amendoeira Triste” foi criada com base no conto, para desenvolver a compreensão da tristeza e da resiliência, e uma visão mais otimista da vida. Se trata de um MATERIAL GRATUITO de DISTRIBUIÇÃO LIVRE a todos que me pedirem. Quer saber mais sobre esse conto e receber a oficina? Entre aqui.

OFICINA 4: OFICINA DE AUTOESTIMA “O JARDIM SECRETO”

O JARDIM SECRETO
Por Claudine Bernardes

Ela tinha 11 anos, nada mais, quando a realidade da vida a atravessou como um punhal, fazendo com que o sangue jorrasse dasua alma rota. Ela recolheu os pedaços sem dizer palavras, tragou a
realidade perversa como quem guarda um segredo num envelope lacrado.
Ela tinha 12 anos quando, olhando num espelho, percebeu que seu sorriso era apenas uma quimera, uma mentira inventada para disfarçar a dor guardada no envelope lacrado que se tornara o seu coração.
Ela tinha somente 13 anos quando sentiu que dentro de si uma floresta escura havia crescido. Serpentes rastejavam, espinhos e plantas carnívoras ameaçavam a todos que desprevenidos se
aproximavam. Sentiu-se sufocada porque a floresta teimava em crescer dentro do envelope lacrado, e ela chorou de solidão.
Ela tinha 14 anos, quando o carteiro, estendendo as mãos, esperou que ela lhe entregasse o envelope lacrado. Ela tinha apenas 14 anos e temia o que podia acontecer, mas ele foi paciente e, sentado na varanda, esperou, esperou e sorriu, e seu sorriso foi como o sol que derrete o gelo num dia de inverno anunciando a esperança de uma primavera florida.
Ela tinha 14 anos quando estendeu suas mãos vacilantes e lhe entregou o envelope lacrado. Quando o envelope tocou as mãos do carteiro, o selo se rompeu deixando sair as serpentes, que
escaparam sorrateiramente.
Ela tinha apenas 14 anos quando olhou para dentro de si e descobriu uma floresta viva, luminosa e colorida, nascida das sementes de realidade iluminadas pelo sorriso de esperança. Enfim, a primavera chegou e ela sorriu com a alma, com o rosto, com o corpo, sorriu porque compreendeu que inclusive a mais escura e tenebrosa floresta se transforma num jardim florido quando iluminada pelo sol da primavera.

Essa é uma Oficina criada pela Psicóloga Lurdes Figueiredo e que faz parte do livro CONTOS QUE CURAM (Página 99)

É uma oficina que recomendo para adolescentes e adultos. Se adapta facilmente, basta trocar os anos que constam no conto, pela idade do seu público.

Esta oficina tem como objetivo desenvolver a autoestima, a empatia e a assertividade dos participantes por meio do conto “O jardim secreto”, escrito por Claudine Bernardes. Os
elementos simbólicos contidos no conto servirão de sementes para despertar conhecimento e, assim, proporcionarmos um diálogo interno nos participantes, para que possam interiorizar a mensagem da atividade. Para ter a autoestima equilibrada, uma pessoa precisa ser assertiva. Por essa razão, trabalharemos o fortalecimento da assertividade

OFICINA 5: Oficina de Resiliência O MEU REINO INTERIOR

“Sei que não posso viver automaticamente: preciso de amparo e é do amparo do amor.”
Clarice Lispector

Essa oficina tem como base o conto OS TRÊS REINOS, escrito por mim e pela professora de Literatura Valdirene Carvalho da Silva Rodovalho. A oficina e o conto se encontram no livro CONTOS QUE CURAM (página123).

Objetivo: esta oficina tem como objetivo desenvolver a resiliência, a empatia e a autoestima, ferramentas fundamentais para que o adolescente seja capaz de expressar suas emoções quebrando o silêncio que o faz sofrer e sentir inseguro. E assim poder abrir o seu coração sobre suas dores e temores. Por meio do conto “Os Três Reinos” ser capaz de identificar seus adultos de referência, que serão seus mentores no processo de desenvolvimento emocional

Recomendo esta oficina para o público adolescente. Trata de um tema essencial para prevenir o suicídio entre adolescentes, o qual tem crescido muito.

OFICINA 6: AUTOCONHECIMENTO EU E OMEU MAR

A base do equilibrio emocional é o autoconhecimento. Quem não se conhece, dificilmente encontrará o seu centro, e por isso está perdido em si mesmo.

SOBRE O CONTO:

A pequena “Tuá” é uma tartaruga que ao nascer e antes de partir para o oceano, vê passar um coelho e se apaixona pela sua velocidade. Então ela deixa de lado seu instinto natural de ir para o mar e fica na terra, tentando ser uma grande corredora. Tuá treina muito para atingir seu objetivo, mas os animais que a cercam não a deixam em paz, pois lhes parece muito estranho uma tartaruga tentando ser corredora. Tuá sofre muito, sente raiva, sente tristeza e perde a vontade de viver. Exatamente sentimentos que experimentam pessoas com ideação suicida. Mas Tuá acaba encontrando o seu MAR, aquele lugar na qual ela consegue ser veloz. E isso somente acontece porque ela descobre quem realmente ela é.

OBJETIVO:

Para este conto criei uma oficina PASSO A PASSO, composta por diferentes partes com atividades que juntas visam ajudar os participantes a terem um autoconceito equilibrado e
empoderá-los nas suas habilidades.

Você encontrará a oficina junto ao PROGRAMA DE EDUCAÇÃO EMOCIONAL TUÁ, que terá acesso ao comprar o livro. Além da oficina o PROGRAMA está composto de diversas atividades e muitos materiais imprimíveis. COMPRE O CONTO AQUI.

Abaixo deixo várias imagens do Programa

  • Projeto educação emocional autoconceito TUÁ
  • Projeto educação emocional autoconceito TUÁ
  • Projeto educação emocional autoconceito TUÁ
  • Projeto educação emocional autoconceito TUÁ
  • Projeto educação emocional autoconceito TUÁ
  • Projeto educação emocional autoconceito TUÁ

GOSTOU? ESPERO QUE SIM. Se quiser aprender mais sobre o uso dos contos na educação e terapia te convido a conhecer o meu curso CONTOEXPRESSÃO: EDUCAÇÃO EMOCIONAL E TERAPIA POR MEIO DE CONTOS.

Se quiser mais informação ou perguntar-me algo, preencha o formulário abaixo que lhe responderei o mais rapidamente possível.

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Livro Salvando Chapeuzinho (Capuchinho) Vermelho disponível em Portugal + Material didático gratuito

O livro SALVANDO CHAPEUZINHO (CAPUCHINHO) VERMELHO já está disponível para PORTUGAL, por apenas 18,99 euros (16 euros pela compra do livro e 2,99 pelo transporte), poderá receber este livro de capa dura na sua casa, em apenas 48 horas. Abaixo deixo mais informação sobre o livro e link de compra onde também poderá baixar a Guia Didática com atividades para prevenção e detecção de casos.

VAMOS LUTAR JUNTOS CONTRA O ABUSO SEXUAL INFANTIL?

Quando a Graziela Eskelsen convidou-me para entrar nesse projeto, não imaginei tudo o que surgiria, o tanto que eu aprenderia e o quanto me engajaria nessa luta. Graziela é Advogada e Conselheira Tutelar na cidade de Itajaí, Santa Catarina. Estudamos e nos graduamos juntas na faculdade de Direito (UNIVALI) e depois de anos e um oceano como distância, começamos essa jornada juntas. Ela me disse:

Claudine, necessito de um conto que fale diretamente ao coração das crianças silenciadas pelo abuso sexual. Elas chegam aqui (no conselho tutelar) feridas pelo abuso. Muitas já contaram para alguém, mas não receberam ajuda. Agora elas desconfiam, não querem falar. Necessito que elas saibam que vamos ajudá-las.

Salvando Capuchinho Vermelho livro contra abuso sexual e maltrato infantil

Foi assim que surgiu SALVANDO CHAPEUZINHO VERMELHO

“Salvando a Chapeuzinho Vermelho” é um livro que fala da dor, mas também traz esperança. Foi especialmente pensado para ser lido por um adulto a uma criança, com a finalidade de que sirva de ponte de comunicação, ajudando tanto na prevenção como a identificação de casos de maltrato e abuso sexual infantil.

Por que é importante abordar essa temática com as crianças?

Sabia que 80% dos casos de abuso sexual infantil acontecem dentro da familia ou do entorno familiar? Exatamente! É triste pensar nesse tema, eu sei, mas negligenciá-lo somente estará silenciando as vítimas e ajudando os abusadores. Segundo a OMS 1 de cada 5 meninas e 1 de cada 13 meninos são vítimas de abuso sexual antes de completar os 17 anos. Esses dados foram conseguidos a partir de adultos que relataram ter sido vitimas, e aqueles que não relataram? Muitos já contaram para um adulto, porém este ignorou o pedido de ajuda, provocando que a criança perdesse a confiança nos demais adultos.

Não vou assustar a criança lendo esse conto para ela?

Não! Este conto já foi contado para muitas crianças e NENHUMA FICOU ASSUSTADA. O livro não mostra nada indevido, trabalhamos com símbolos, metáforas e imagens simbólicas muitos potentes. Por isso que conseguimos crear um conto curto e ao mesmo tempo muito potente.

Como uma criança que nunca sofreu abuso reage ao conto?

Ela percebe que a menina está passando por alguma situação difícil. Não sabe exatamente o que é, porém o conto deixa claro algumas coisas para ela: 1. Que as crianças devem ser escutadas; 2. Que as vezes uma pessoa má pode prejudicar as crianças; 3. Que ela não pode desistir de pedir ajuda, porque sempre haverá algum adulto que a ajudará. Depois de contar o livro você pode abordar a temática de acordo com o desenvolvimento da sua criança. Também pode efetuar as atividades contidas no Material de Apoio Didático Gratuito que encontrará na web da editora.

Material gratuito sobre abuso sexual infantil conto

Como uma criança que já sofreu abuso reage ao conto?

Como ela vivenciou o abuso ou maltrato, ela identificará a sua própria dor com a dor da personagem. Instintivamente compreenderá o conto. O conto conduzirá a criança de forma respeitosa para que compreenda que aquela pessoa que lhe está contanto a história é esse adulto de confiança que a pode ajudar. Uma profissional que trabalha numa organização de educação para crianças com Síndrome de Down nos relatou o seguinte: “Desconfiávamos que uma menina de 10 anos que frequenta a nossa organização era vítima de abuso sexual ou maltrato praticado por alguém da família. O problema é que ela não consegue falar de formar articulada, então era difícil entender o que estava passando. Resolvemos ler o conto para ela e ao terminar ela nos disse: “Papai monstruo.” O livro ajudou que ela identificasse o seu agressor.”

Ainda tem dúvidas? Entre no link abaixo para OBTER GRATUITAMENTE o Material de Apoio Didático.

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Pela compra de ao menos 10 exemplares do livro, presenteamos uma aula online para a sua instituição de ensino. Se quer saber mais ou ficou com alguma dúvida me escreva pelo formulário abaixo:

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6 Contos para CNV: Comunicação Não Violenta

Contos para comunicação nao violenta CNV

No nosso grupo de whatssap da Contoexpressão (alunas e ex-alunas do curso) sempre temos ótimas perguntas. Uma delas pediu recomendação de contos para utilizar dentro da CNV, metodologia que aborda a Comunicação Não Violenta. Respondendo a esta necessidade resolvi fazer esta publicação. Vamos lá?

1. Sementes ou balas?

Conto de minha autoria que resolvi escrever depois de ter lido um texto (que colocarei depois do conto) do livro “Aplícate el Cuento” de Jaume Soler e M. Mercè Conangla

“Era uma vez duas mulheres que amavam muito os seus filhos. Ambas eram preocupadas  com a educação dos seus filhos, cuidavam deles, queriam o melhor para as suas crianças. 

Um dia o filho da primeira mulher estava no parque e empurrou outra criança e ela ficou tão envergonhada pela atitude do menino que gritou com ele diante de todos, dizendo que essa não era a forma correta de tratar os amiguinhos. Pegou o menino, colocando-o castigado e sentado do seu lado, e o bombardeou de palavras ásperas. Ela somente queria que ele aprendesse a ser uma pessoa amável com outras, ela somente queria fazer o correto, e para isso não exitou em disparar-lhe palavras como se fossem balas, para entrar no seu pequeno coração de menino.

A segunda mulher também gostava de levar o seu filho ao parque, e numa dessas ocasiões o menino empurrou outra criança com a qual estava brincando. A mulher, que sentiu muita vergonha pela atitude do seu filho, se aproximou dele, se ajoelhou para estar a sua altura e disse com uma delicada firmeza: _Filho, você acha que está bem empurrar outras crianças? – O menino cruzou os braços em atitude desafiante, enquanto ela continuou – Como você acha que se sentiu o outro menino? Como se sentiria você se alguém lhe empurrasse? – O menino soltou os braços enquanto seu olhar demonstrava que havia compreendido. -O que acha se vamos juntos pedir desculpa ao seu coleguinha?

Com as palavras da mãe, plantadas no seu coração, o menino caminhou até encontrar o seu amiguinho, pediu desculpas e ambos brincaram o resto da tarde, enquanto dentro dos dois crescia a semente da empatia, da assertividade e do perdão. O perdão de quem dá e de quem recebe.” 

O TEXTO NO QUAL ME INSPIREI É ESTE:

O conto acima foi inspirado no texto abaixo, o qual retirei do livro “Aplícate el Cuento” de Jaume Soler e M. Mercè Conangla

“Uma pessoa pode oferecer as suas ideias a outra como balas ou como sementes. Pode dispará-las ou plantá-las: bater na cabeça das pessoas com elas ou plantá-las nos seus corações.  As ideias usadas como balas matarão a inspiração e nuetralizarão a motivação.

Usadas como sementes, criarão raízes, cresceram e se transformarão em realidade na vida de quem foram plantadas.

O único risco em usá-las como sementes, é que quando crescem e se transformam em parte daqueles em quem foram plantadas, possivelmente nunca se reconhecerá o mérito de quem as plantou. 

Porém, se você está disposto a prescindir do mérito, poderá participar de uma incrível colheita.”


2. A ira deixa Sinais

Havia um menino que sempre estava mal-humorado e quando sentia raiva se deixava levar por ela. Ofendia quem estivesse perto, era grosseiro e as suas palavras feriam até as pessoas que ele mais amava. Um dia o seu pai lhe deu uma caixa cheia de pregos e lhe disse que cada vez que tivesse um arrebato de ira deveria pregar um prego na porta do seu quarto.

No primeiro dia pregou trinta e sete pregos e ao final do dia se sentia muito cansado. Durante os dias seguintes os pregos foram diminuindo, cada vez pregava menos porque foi descobrindo que podia controlar a ira, e que era mais fácil se tranquilizar que seguir pregando e pregando. Finalmente chegou o dia em que o menino não pregou nenhum prego e todo feliz lhe contou isso ao seu pai. Este lhe sugeriu que cada dia que não fosse tomado pela raiva, tirasse um prego da porta e o menino aceitou o novo desafio.

Passou um tempo e um dia o menino, todo orgulhoso, disse ao seu pai que já havia tirado todos os pregos da porta. Então o pai segurou as mãos do seu filho com carinho e o levou até aquela porta, que antes estava cheia de pregos e lhe disse:

_Filho, você fez um bom trabalho, porém gostaria que observasse a porta. O que você está vendo? O menino olhou a porta com atenção e logo disse:

_ A porta está cheia de buracos… os buracos que os pregos deixaram.

_Exatamente, filho! Quando uma pessoa se deixa levar pela ira, as suas palavras podem produzir cicatrizes como estas. Uma ferida verbal pode ser tão dolorosa como uma ferida física. A ira deixa sinais, filho. Nunca esqueça disso!


3. Sou eu quem decide

Explica o colunista Sidney Harris que, uma vez, acompanhou um amigo que ia comprar jornal. Ao chegar no quiosque o seu amigo saudou amavelmente o vendedor mas este respondeu de forma áspera e lhe entrou o jornal de forma grosseira. Porém, o seu amigo sorriu e desejou ao vendedor que tivesse um bom final de semana. Ao continuar o seu caminho Sidney comentou:

_ Esse homem sempre te trata assim?

_Sim, infelizmente.

_Então me explique uma coisa! Como você pode ser tão simpático com alguém tão mal educado?

_Isso é fácil! Porque eu não quero que seja ele quem decida como eu deva me comportar. 


4. A vespa afogada

Se trata de uma fábula escrita pelo autor venezolano Aquiles Nazoa, uma verdadeira joia que utilizo muito nas minhas atividades e oficinas de contoexpressão. Para não deixar essa publicação muito longa, deixo aqui o link para ler este conto, com uma atividade que criei que acho muito interessante.


5. O Pescador e o Gênio

Um conto de fadas que pertence ao livro AS MIL E UMA NOITES. Conta a história de um Gênio que tentou matar aquele que o havia liberado. É um conto que utilizo muito nas minhas atividades, no curso de Contoexpressão e também oficinas. Aborda a ira desenfreada, o sequestro emocional que pode levar quem sente a ira a cometer grandes injustiças. Recomendo ler esse conto e para isso você só tem que entrar neste link, onde preparei um publicação e uma análise simbólico da história.


6. O Gigante que aprendeu a sussurrar

Por último, e não por isso menos importante, apresento o meu álbum ilustrado O GIGANTE QUE APRENDEU A SUSSURRAR.

Todo conto de fadas começa ou deveria começar assim, e este não foge a essa regra. Um reino distante, um bosque encantado, fadas, gigantes e a terrível Bruxa do Esquecimento, nos convidam a viver uma grande e transformadora aventura.

O Gigante que aprendeu a sussurrar nos mostra que pessoas tão distintas podem caminhar juntas, quando constroem pontes entre os seus corações. Se trata de um conto excelente para trabalhar a CNV (comunicação não violenta) pois fala exatamente sobre a importância de encontrar formas de comunicar-se de forma respeitosa.

Além do conto, o livro também possui uma guia didática com sugestão de atividades e material complementar (jogos de mesa, baralho e diversas atividades) que você poderá baixar por meio do QR code contido no livro . Veja mais sobre o conto aqui.

ENTÃO, GOSTOU? Espero que sim! Compartilhe esta publicação nos seus grupos e redes sociais para que outras pessoas possam ter acesso a este conteúdo. Me siga no Instagram, onde compartilho muito informação interessante @claudine.bernardes