Minhas homenagens

Drummond: Quando a perda se transforma em poesia.

O que Viveu Meia Hora Nascer para não viver só para ocupar estrito espaço numerado ao sol-e-chuva que meticulosamente vai delindo o número enquanto o nome vai-se autocorroendo na terra, nos arquivos na mente volúvel ou cansada até que um dia trilhões de milênios antes do juízo final não reste em qualquer átomo nada de uma hipótese de existência. (Carlos Drummond de Andrade)

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