Você é pai ou mãe???? Venha participar dessa vivência online
A oficina O SEMEAR DO JARDINEIRO será mediada pela Facilitadora em Contoexpressão Vivian Faria, coautora do livro CONTO EXPRESSÃO: o poder terapêutico dos contos em 60 oficinas de educação emocional.
Esta oficina faz parte do livro Contoexpresão, em seu capítulo 30 e está dirigida a pais e mães que queiram conectar de forma plena, amorosa e consciente com a sua paternidade. Se você está passando pelas dores do maternar e paternar, se tem dúvidas sobre as suas habilidades na educação dos seus filhos, se deseja encontrar um ambiente acolhedor para cuidar do seu emocional, essa oficina é uma resposta a sua necessidade.
Recado da Facilitadora Vivian Faria:
A oficina foi desenvolvida a partir da minha experiencia como Mãe e Educadora Parental, baseada no método Contoexpressão e na Abordagem Integrativa Transpessoal
DIA E HORA: Dia 29 de outubro as 08:30hrs (horário de Brasília)
Quer participar? Se inscreva clicando aqui. Quer tirar alguma dúvida, entre em contato com a facilitadora, por meio do Direct do seuInstagram AQUI .
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Como vocês já sabem, aqui na Caixa de Imaginação, compartilho muito material gratuito e de qualidade. Hoje trouxe para vocês uma aula muito completa que tenho certeza que servirá de ajuda para pais, mães, educadores, psicólogos e todos aqueles que se interessam pela educação emocional.
Deixo abaixo a aula completa. Veja, compartilhe e deixe o seu comentário.
E se ficou interessado pelo curso de CONTOEXPRESSÃO: EDUCAÇÃO EMOCIONAL E TERAPIA POR MEIO DE CONTOS, tenho uma super notícia, estamos de oferta!!!
Oferta válida até dia 05 de agosto de 2022. Pagamento por PIX ou depósito bancário. Solicite a chave pix.
Quer mais informação? Entre em contato pelo whatssap ao lado, ou pelo formulário abaixo.
Ontem uma de minhas alunas do Brasil me disse que foi convidada para dar uma palestra para um grupo de professores da Escola Bíblica Dominical e para isso ela me pediu orientação.
Parece-me um avanço que igrejas ou entidades religiosas em geral comecem a se preocupar com as emoções das pessoas que frequentam suas reuniões, principalmente crianças.
Há algum tempo venho trabalhando com crianças, dentro e fora das igrejas, e sempre me preocupei com suas emoções e por isso também desenvolvo atividades de educação emocional na igreja. Falando especificamente de entidades religiosas, tenho observado que muitos dos problemas que surgem entre os membros e deles para o mundo ao seu redor, têm uma base emocional.
Acredito que devemos ensinar desde muito cedo a exercitar a empatia, a assertividade, a consciência emocional e a gestão das emoções. O próprio Jesus Cristo fez isso por meio de seus ensinamentos e exemplo de vida. Ensinou-nos a amar o próximo como a nós mesmos… se apenas praticássemos este mandamento, tudo na vida seria muito melhor. Isso é algo extremamente profundo, que devemos avaliar bem. Ninguém pode amar os outros se não se amar… o que é o amor? quem é o meu próximo? por que levantamos tantas bandeiras? O que as bandeiras que levantamos fazem conosco?
Analisando todo esse tema, o grande psiquiatra brasileiro Augusto Cury escreveu este livro “O Mestre da Sensibilidade” que é o segundo livro da coleção Análise da Inteligência de Cristo. Neste livro, Augusto Cury estuda as emoções de Jesus e explica como ele foi capaz de suportar as maiores provações em nome da fé. Sua inteligência e personalidade incomparáveis fazem dele o ponto de partida perfeito para uma investigação sobre o funcionamento da mente e sua incrível capacidade de superação.
Bem, a verdade é que as emoções afetam a todos nós. Por isso conhecê-las, reconhecê-las e gerenciá-las é essencial, não acha?
Aproveito para deixar uma aula gratuita sobre este tema.
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Caso tenha alguma pergunta que gostaria de me fazer, basta deixar em comentários. Seria uma alegria poder ajudar de alguma forma. Também te convido para me seguir em Instagram
O conto motor é uma variante do conto narrado, e poderíamos chamar de um conto representado, ou “conto em jogo”, no qual há um narrador e um grupo de participantes que representa o que está sendo narrado. É uma variante do conto, e uma atividade extremamente motivadora, educativa e estimulante, que é muito eficaz principalmente na escola primária e infantil, para o desenvolvimento psicológico, físico e mental da criança. Não se trata simplesmente de adaptar um conto à uma peça teatral. Aqui se trata de um jogo de improvisação, onde os participantes, devem dramatizar a história que estão escutando.
Autores como o Conde Caveda (1994) e Ruiz Omeñaca (2011), afirmam que a história motora é utilizada como meio de explorar, brincar, construir, criar, dentro da educação psicomotora e da educação física escolar. Além disso, cumpre todas as condições para incluí-lo como uma alternativa válida ao ensino durante o jogo, inerente à qualidade lúdica. Não se trata de jogar, mas sim de educar. Portanto, o jogo é a ferramenta educacional mais valiosa.
Deve-se notar também que é importante conceber a história em um contexto pedagógico, a fim de construir um aspecto pessoal e social. Também é importante que a história chegue ao aluno capturando seus interesses, para que o professor tenha que antecipar o que pode acontecer e imaginar todo o contexto da aula.
Ruiz Omeñaca (2009), sugere que o processo da história motora consiste em ler uma história e introduzir uma série de atividades motoras para os alunos. São elementos de grande importância no processo pedagógico: a motivação, o envolvimento ativo dos alunos, o desafio como fator de melhoria e transformação da classe em uma comunidade de apoio em que a convivência adquire grande importância.
Autores como o Conde Caveda (1994) e Ruiz Omeñaca (2011), afirmam que o conto motor pode ser utilizada como meio de explorar, brincar, construir, criar, dentro da educação psicomotora e da educação física escolar. Além disso, cumpre todas as condições para incluí-lo como uma alternativa válida ao ensino através do brincar, inerente à qualidade lúdica. Não se trata de jogar, mas sim de educar. Portanto, o jogo é uma ferramenta educacional muito valiosa.
Deve-se notar também que é importante conceber a conto num contexto pedagógico, a fim de construir um aspecto pessoal e social. Também é importante que o conto capture o interesse do participante, para que o facilitador tenha que antecipar o que pode acontecer e imaginar todo o contexto da atividade.
Ruiz Omeñaca (2009), sugere que o processo do conto motor consiste em ler uma história e introduzir uma série de atividades motoras para o grupo. São elementos de grande importância no processo pedagógico: a motivação, o envolvimento ativo dos participantes, o desafio como fator de melhoria e transformação do grupo numa comunidade de apoio em que a convivência adquire grande importância.
No que diz respeito ao desenvolvimento e prática do conto motor, deve-se ter em conta a necessidade de criar ambiente propício à participação. Ao ler ou narrar a história deve-se enfatizar os aspectos desejados, introduzindo as variações necessárias.
O autor Ruíz Omeñaca (2011) afirma que, ao finalizar cada conto motor é importante abrir um espaço de tempo para reflexão e diálogo; Para realizar uma avaliação com o objetivo de melhoria, a aprendizagem contextualizada é avaliada.
PROPOSTA DE ATIVIDADE COM UM CONTO MOTOR
Estudamos a parte teórica de como aplicar um conto motor, agora veremos um exemplo de atividade que pode ser desenvolvida de forma grupal.
Inicialmente é necessário fazer um aquecimento geral das articulações com os participante. Depois se explicará em que consiste a atividade, ou seja, o que é um conto motor e o que se espera dos participantes. É muito importante que os participantes compreendam que eles devem realizar os gestos indicados durante a narração do conto. Se é a primeira vez que o grupo participa deste tipo de atividade, seria interessante que o facilitador guiasse os movimentos durante a narração.
Em seguida, faça o grupo sentar-se em círculo e peça que observem onde estão. Pergunte se eles conhecem algum tipo de cultura onde as pessoas se sentam em círculos. Explique que vamos fazer um teatro sobre índios, onde todos serão índios e devem seguir e fazer o que diga o conto:
CONTO MOTOR: SOMOS ÍNDIOS
“Uma bela manhã de segunda-feira, os pequenos índios da tribo “mãos cruzadas”, levantam-se da tenda com grande entusiasmo para ver que novas aventuras os aguardam. Os pequenos índios esticam seus braços e bocejam muito alto (aqui encorajamos o aluno a fazê-lo repetidamente) enquanto vão ao rio para lavar seus rostos com água fria, três vezes seguidas.
Depois que eles tenham o rosto limpo, os índios executam danças rituais todos juntos, para agradecer pelo novo dia (uma música na qual trabalhamos e dançamos juntos). Então eles montam nos seus cavalos e vão em busca de um grande rio está bem longe da sua aldeia (quando montam nos cavalos, galopam ao redor do ginásio várias vezes e o facilitador faz o barulho do galope do cavalo). Quando eles chegam no rio, descem dos cavalos e deixam eles pastarem livremente.
Depois, entram em sua longa canoa para chegar na ilha que fica do outro lado do rio. Mas, para chegar lá, os índios têm que trabalhar juntos e remar muito e ao mesmo tempo.(formando uma fila as crianças devem sentar-se, como se estivem dentro de uma grande canoa. Cada índio segura um remo na mão direita e outro na mão esquerda, quando escutam o número três (o facilitador conta 1, 2, 3 -fazendo o gesto de remar, e anima os alunos dizendo_ outra vez: 1, 2 3. – Deve repetir várias vezes esse processo)
Quando os índios finalmente chegam à ilha, eles se dirigem para seu lugar favorito de caça, porém para chegar lá devem atravessar um riacho cheio de pedras, então os índios, todos bem juntinho, cruzam pouco a pouco as rochas que estão muito escorregadias. Depois cruzam uma ponte de madeira muito longa e muito alta. A ponte balança que os índios gritam de susto! (Anime as crianças a gritar de susto). Mas eles sabem que se querem chegar no outro lado devem tranquilizar-se, por isso respiram contando até dez (contar com eles até dez).
Perto do lugar onde os animais estão, há uma caverna pequena e escura. Os pequenos índios passam silenciosamente pela caverna, e chegam a uma parte que devem agachar-se para não bater com a cabeça nas pedras da caverna.
Saindo da caverna os pequenos índios pegam as flechas que estavam nas suas costas e silenciosamente buscam um animal para caçar. De repente encontram pegada de um javali e começam a segui-la. Cinco passos para a direita(o facilitador conta até cinco), três passos para a frente (conta até três), três passos para a esquerda, e aí encontra um grande, enorme javali que está pastando. Os índios se agacham para não serem vistos pelo javali e lançam suas flechas com grande força.
Puxa! O Javali fugiu!!!! Não se preocupem, os pequenos índios não voltaram com as mãos vazias para casa. Colherão jabuticabas e amoras, assim que os pequenos índios estendem as suas mãos e começam a colher as frutas e as colocam nas suas bolsas.
Para voltar à casa, os índios escolhem outro caminho, atravessando uma grande montanha. Chegam à casa e despejam as frutas numa grande cesta, depois se sentam em círculo para descansar e percebem que estão muito cansado. Foi um dia cheio de aventuras e os pequenos índios se deitam, fecham os olhos e dormem, sonhando com as novas aventuras que viverão no dia seguinte. (os participantes se sentam e depois se deitam fazendo de conta que estão dormindo)”
INFORMAÇÃO:
(Texto traduzido e adaptado de: LOPEZ, A. Propuesta De Intervención En Psicomotrocidad Para Alumnos Con Tdah En Educación Infantil, A Través De Los Cuentos Motores. 2016. Universidad de Valladolid (Segovia)
ENTÃO, O QUE ACHOU?
Se gostou, te convido a compartilhar post nas suas redes sociais. Também gostaria de saber a sua opinião, deixe um recadinho para mim, é bom saber que se estou ajudando. Ahhh, caso queira aprender a utilizar os contos como ferramentas de educação emocional e também dentro da terapia, lhe convido e entrar na minha LOJA e ver os cursos e materiais disponíveis.
Também deixo o meu contato de whatssap aqui ao lado, caso queira pedir informação sobre os cursos disponíveis.
Muitas pessoas possuem dúvidas sobre como adaptar os CONTOS DE FADAS para as crianças de forma respeitosa, ou seja, sem dilacerar os simbolismos mais importantes destes contos, o que poderia trazer grandes prejuízos.
Já vimos diversas adaptações realizadas por Disney, que embora tenham deixado o conto mais romântico e até bonito, provocaram mudanças na sua estrutura simbólica, provocando a criação de outra coisa, ou seja, outro conto distinto… com uma mensagem completamente distinta da original.
Tanto dos meus cursos presenciais no Instituto IASE de Valência (aqui na Espanha), quanto nas minhas aulas on-line, e até pelo meu Instagram e Blog as pessoas me perguntam: DEVO CONTAR O CONTO ORIGINAL PARA AS CRIANÇAS? E esses contos que possuem violência? Por que a princesa deve ficar com o príncipe? Esses contos não são prejudicais e sexistas?
Nessa Aula Online de 2 horas, abordarei estes temas, utilizando como base TRÊS CONTOS INCRÍVEIS: Branca de Neve, Pequena Sereia e Pele de Asno (é possível que você não conheça este porém recomendo conhecê-lo).
EMITIREMOS CERTIFICADO DE ASSISTÊNCIA DE 2 HORAS.
ENTÃO, ACHOU INTERESSANTE? VEM PARA A AULA, garanta a sua vaga, porque são limitadas, veja os preços:
LOTE 1: 49 reais (5 primeiras matrículas)
Este link será desativado quando atinja a quantidade estabelecida.
LOTE 2: 69 reais (próximas matrículas)
Pague com este link se o anterior não funcionar
Caso queira mais informações ou pagar por PIX solicite a chave pelo whatssap abaixo
O objetivo da oficina é que os participantes compreendam o efeito das emoções, identificando-as no momento em que ocorrem (consciência emocional), não somente em si mesmas, mas também em outros. Além disso, também aprenderão sobre a importância de falar sobre os seus sentimentos, e receberão ferramentas para administrá-los (regulação emocional). Exercitarão também a empatia e a assertividade que são essenciais para melhorar suas competências sociais.
O Conto Carlota não quer falar (de minha autoria e publicado no Brasil pela Editora Grafar) pode ser comprado no seguinte link Conto Carlota Não Quer Falar
É importante esclarecer que ainda que este material num princípio tenha sido pensado para um público infantil, muitos professores e psicólogos estão utilizando com adolescentes e adultos. Eu mesma já adaptei esta oficina para trabalhar com um grupo de mães.
Oficina de Emoções com Carlota
A Oficina está formada de três partes
PRIMEIRA PARTE: CONEXÃO COM O PÚBLICO
Quando realizo esta atividade com público infantil por primeira vez, ou seja, com um público que não me conhece levo comigo o meu TAPETE MÁGICO. Se trata de um tapete de crochê feito pela minha mãe. Digo aos participantes tenho um tapete mágico… não, não se trata de um tapete que voa, é um tapete que ajuda a minha imaginação a voar e criar novos contos. Mas esse tapete necessita de combustível… e o combustível é o amor. Pois ele foi feito com muito amor pela minha mãe. Por isso necessito que eles coloquem um pouco de amor no tapete. Distribuo fitas de cetim, peço que escrevam os seus nomes, que depositem um beijo na fita e que a amarrem no tapete. Agora eles me acompanharão sempre, porque um pouco do seu amor está no meu tapete. As crianças adoram esta parte.
Essa parte da Oficina não é essencial e pode ser suprimida
2 . METÁFORA: O balão a caixa e a pedra
Antes de começar a contação faço uma introdução bastante gráfica, utilizando um balão, uma caixa e uma pedra. Os participantes se divertem muito nesta parte e criamos uma conexão muito boa. O conto começa com as frases: “Carlota tem dificuldades para falar sobre o que sente. Guardou tantos sentimentos dentro de si, que se sente cheia como um balão e pesada como uma grande pedra.”
Para que os participantes possam compreender mais profundamente o sentido dessas metáforas, começo enchendo um balão vermelho. A medida que vou enchendo o balão, paro para conversar com elas e dizer-lhes que acho que ainda falta encher um pouco mais. As crianças começam a ficar preocupadas, porque o balão está muito cheio, porém não esperam que eu siga enchendo. Até que “bummm” o balão explode e elas se assustam. “Isso é o que passa quando enchemos muito o balão”, lhes digo, e depois sigo com a caixa.
Se trata de uma caixa de sapatos decorada, com um coração na parte superior e um buraco no centro, onde a criança pode introduzir a sua mão. Dentro da caixa coloco uma pedra pesada. A caixa simboliza o coração e a pedra simboliza os sentimentos que vamos guardando dentro dele. Primeiro peço para cada criança segurar a caixa, e pergunto: Está pesada ou leve? Vocês acham que seria fácil caminhar durante horas carregando este peso? Depois, cada criança introduz a mão na caixa, e faço outras perguntas: O objeto é suave ou áspero? É agradável tocá-lo? Neste ponto, as crianças descobrem que se trata de um pedra, assim que retiro a tampa da caixa e mostro a pedra para elas.
Durante esta parte introdutória, não explico o sentido da metáfora, já que elas compreenderão o significado destes objetos, e a conexão deles com os sentimentos, durante a contação. Evito fazer explicações, para que as crianças possam captar o ensinamento, de acordo com a capacidade individual, a idade e experiências pessoais. Agindo assim, não subjugo o conhecimento delas.
Depois de ter integrado na mente das crianças, os conceitos base, através da experimentação, passamos para a seguinte parte que é a contação.
3. CONTAÇÃO: Carlota não quer falar
Como já disse, o conto está cheio de metáforas para explicar os sentimentos de forma experimental. Como se trata de um conto interativo, as crianças se sentem parte da história e participam ativamente durante toda a contação. É uma experiência muito significativa para elas. Começo a contação apresentando o problema de Carlota e convidando as crianças a ajudarem ela: “Carlota tem dificuldades para falar sobre o que sente. Guardou tantos sentimentos dentro de si, que se sente cheia como um balão e pesada como uma grande pedra.” Vocês gostariam de ajudar a Carlota? Para isso, todos têm que falar por ela. Vocês estão de acordo?
O conto apresenta quatro problemas: 1) Carlota incomodou-se com um menino no parque; 2) Carlota tem problemas para dormir; 3) Carlota se sentiu mal porque a sua melhor amiga Julia estava brincando com outra menina; 4) Carlota se sentiu mal porque pegou a boneca da sua amiga sem pedir. Apresento o problema, e pergunto às crianças o que está sentindo a protagonista. Depois, pergunto o que ela deve fazer para resolver o seu problema e sentir-se melhor. Para cada uma dessas questões, há duas opções dentro da história. Faço a criança pensar o que aconteceria ao escolher uma ou outra opção.
Exemplo: Carlota não consegue dormir. As crianças já identificaram que ela não consegue dormir porque sente medo. Opções: a) Ela deve ficar acordada toda a noite; b) Ela deve confiar que papai e mamãe estão cuidando dela. O que aconteceria se ela ficasse acordada toda a noite? Como se sentiria no dia seguinte? Estaria bem para estudar ou brincar?
Depois que conversamos e pensamos nessas possibilidades e as crianças fizeram as suas escolhas, lhes digo: Vejamos qual foi a escolha da Carlota. Será que ela escutou o conselho de vocês?
Então, passamos a página e aí está o resultado. As crianças desfrutam muito nesta parte, porque esperam que Carlota tome a decisão correta. Nesta parte também introduzimos metáforas para explicar cada sentimento. Devemos conversar com as crianças sobre essas metáforas, fazendo perguntas para que elas possam entendê-las. Exemplo: “O perdão é como um banho de mar num dia de calor”. Quem gosta do verão? Faz muito calor, né? Quando sentimos muito calor, o que podemos fazer? Ir na praia é uma boa ideia. Agora imaginem que está fazendo muito sol, você sente muito calor e se joga na agua do mar, ou na piscina… o que você sente? Respostas que costumam aparecer: frescor, alivio, tranquilidade, alegria.
Terminamos a contação com Carlota agradecendo as crianças por ajudá-la a falar sobre os seus sentimentos. É Maravilhoso ver os olhinhos delas brilhando ao perceber que puderam ajudar a protagonista do conto. Todas estão sorrindo e felizes 🙂
Vejamos as metáforas que aprecem no conto:
4. Exercício de conhecimento e gestão dos sentimentos: O Semáforo
Depois que as crianças vivenciaram a história da protagonista, participando ativamente da contação, esperamos que elas ao menos tenham compreendido a importância de expressar os seus sentimentos, além de identificar alguns sentimentos apresentados na história.
Agora chegou o momento de que as crianças compreendam a importante de gerir estes sentimentos e para isso utilizo a Metáfora do Semáforo, que é uma técnica para aprender a identificar o grau de intensidade de um sentimento, além de como enfocá-lo. Dependendo do tempo que disponho, também utilizarei outra metáfora, que é a Técnica do Vulcão (esta última a modo de introdução para a outra). Desenvolvo esta parte da seguinte maneira:
Mostro para as crianças a imagem de um Semáforo (pintado por mim) e pergunto se elas sabem o que é. Depois lhes peço que me expliquem o que significa cada cor no semáforo. As crianças explicam sem problemas, porque todas conhecem o seu funcionamento. Depois começo a explicar-lhes que os semáforos foram criados para ajudar a controlar o trânsito, principalmente os carros que gostam de correr muito rápido. Algumas vezes temos sentimentos que são como carros descontrolados, que correm a toda velocidade. Um carro descontrolado é muito perigoso e pode machucar tanto as pessoas que encontra pelo caminho, quanto a pessoa que vai dentro dele. Os sentimentos descontrolado podem provocar estragos semelhantes. Assim como o semáforo controla o trânsito, também podemos utilizar o semáforo dos sentimentos para ajudar a controlar o que sentimos. As vezes sentimentos raiva porque alguém nos ofendeu, e também as vezes essa raiva é tão forte que pode tomar controle da nossa mente e provocar que façamos dano a pessoa que nos ofendeu. Quando sentimos a raiva borbulhando dentro de nós, como um vulcão em erupção, pronto a explodir, então devemos PARAR (mostrar o Sinal vermelho), respirar fundo e contar de 5 até 0. Se já nos sentimos um pouco mais tranquilos então passaremos para o Sinal Amarelo (mostra sinal Amarelo – PENSAR). Vamos pensar nas opções que temos, e o resultado de tomar cada uma delas. Me sentiria bem se batesse na pessoa que me provocou? Isso resolveria o problema? Posso perdoá-la e tentar conversar sobre o problema com ela. Quando já pensamos na melhor opção, então chegou a hora de seguir adiante com o Sinal Verde (Mostrar Sinal Verde – Fazer). Agora vamos fazer aquilo que decidimos anteriormente.
Parece um pouco longo e complicado, mas na prática é muito fácil e as crianças compreendem muito bem a proposta. Depois da conversa/explicação, daremos os semáforos para que as crianças pintem e montem, para levar às suas casas.
Se ainda temos um pouco de tempo, jogamos o Ludo das Emoções, para colocar em prática um pouco do que aprendemos.
Também podemos realizar atividades corporais, jogos e brincadeiras de reconhecimento de emoções. Peça o Projeto de Educação Emocional e receba de forma GRATUITA.
No Projeto de Educação Emocional com Carlota você encontrará uma parte teórica, onde explico o que é a contoexpressão e como utilizá-la, também falo sobre a educação emocional. Há também uma parte teórico-prática com muitos jogos, técnicas de gestão dos sentimentos, fichas para colorir, atividades etc. Para conseguir Projeto você só tem que preencher o formulário abaixo, e em breve enviarei o material em pdf e de forma gratuita para você. Se gostou do conto e quer saber como comprá-lo clica aqui.
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(Se no prazo de 3 dias você não recebeu a minha resposta, olhe na pasta de emails não desejados ou volte a escrever-me, as vezes algumas pessoas não escrevem o e-mail corretamente)
Se você deseja publicar um conto, uma fábula ou algo nesse formato, sonhando que o seu livro se tornará um bestseller que lhe fará rico e famoso, talvez tenha que lhe contar algumas verdades sobre este mercado:
É um mercado duro e cheio de competição, além disso conseguir que uma editora publique o seu livro sem que você tenha que bancar essa publicação é difícil (Eu sou prova de que é possível. Porém, como consegui convencer a dois editoras de países diferentes a publicar uma autora desconhecida? Siga lendo para descobrir).
Você pode se autopublicar, porém é caro e terá que promover-se muito para vender os seus livros.
Os direitos de autor (quando você consegue uma editora que banque o seu livro) não superam os 10% do valor de capa, ou seja: ficar rico é uma ilusão; viver de direitos de autor é muito, muito muito difícil.
Então, quais são os benefícios de ter um livro publicado?
Sonho Realizado: Publicar ou inclusive, autopublicar pode ser a realização de um sonho. Um livro é como um filho, você gerou uma ideia, e agora está compartilhando essa história com o mundo e isso é lindo. Somente isto já seria para mim motivo suficiente para motivar o esforço que supõe criar um livro.
Cartão de Visita: Um livro pode ser também um “Cartão de Visita”, um “Portfolio” do seu trabalho. Imagina que você é uma Psicóloga Infantil e trata a muitos clientes com TDAH ou autismo. Bem, você pode criar uma história que relate a realidade deste mundo. Porém, só o conto, hoje em dia não é material suficiente para gerar projeção profissional. Vejamos o que aconteceu no meu caso.
Potenciando o seu livro
Quando lancei o meu livro “Carlota não quer falar”, meu objetivo era ajudar as famílias na comunicação com as crianças. Mas alcançar os pais era um trabalho árduo e logo me dei conta de que seria muito difícil, até que um dia comecei a perceber que o meu livro estava começando a gerar interesse em profissionais como psicólogos e professores. Foi então que, utilizando os meus conhecimentos em “Contos e Fábulas Terapêuticas”, criei o “Projeto de Educação Emocional com Carlota”, para servir de apoio ao livro e de suporte ao trabalho de profissionais.
Graças a essa iniciativa o meu trabalho começou a ter grande projeção, tanto no Brasil como na Europa (onde vivo há 15 anos). Hoje em dia sou Formadora e Facilitadora Contoexpressiva, professora de EpsiHhum (Escuela de Terapia Psicoexpresiva Humanista del Instituto IASE – com sede em Valencia-Espanha) e ministro cursos, oficinas e palestras tanto no Brasil como na Europa. Além disso estou preparando o lançamento de outros dois livros, um deles resultado dos cursos que realizei nos últimos meses no Brasil.
Claudine bernardes e Marcelli Ferraz – Psicoterapeuta, escritora e diretora de EPsiHUM IASE.
Recebo centenas de emails todos os meses (os quais respondo individualmente), agradecendo por disponibilizar o projeto e confirmando de que o meu trabalho agrega conhecimento e ajuda na vida de outros profissionais.
Que podemos concluir do que expliquei? O livro foi o primeiro passo, porém foi o Projeto de Educação Emocional (que distribuo gratuitamente em pdf) que mostrou as possibilidades do uso do livro, bem como ratificou o meu conhecimento profissional e gerou interesse no meu trabalho.
Em que consiste a Mentoria para Autores?
Se trata de ajudar o autor a:
1. Identidade Profissional: Identificar dentro da sua área de trabalho, um enfoque profissional que possa trazer-lhe mais projeção (em relação ao seu conhecimento X a necessidade do mercado), Ex. Se você é psicóloga ou coach parental, poderia centrar a sua projeção profissional para ajudar aos pais de crianças com TDAH ou Autista).
2. Projeto Editorial: Depois de estabelecer a identidade profissional que se deseja projetar, criaremos um projeto identificando: 1. Enfoque da história; público que se deseja alcançar; objetivos a serem alcançados com a historia; objetivos a serem alcançados com o “Projeto Complementar”; Identificar editoras potenciais que possam estar interessadas na publicação do livro, etc.
3. Criação do livro:Apoio ao processo criativo de gerar uma história, enquandrando-a dentro da Identidade Profissional e dos padrões estabelecidos no Projeto Editorial.
4. Projeto Complementar: Aqui é onde realmente consiste o principal foco e especialidade do meu trabalho, ou seja, transformar o livro em um produto que possa gerar um interesse que vai além do simplesmente lúdico. Nesse Projeto Complementar, que receberia um nome adequado em relação ao objetivo, você apresentaria o seu trabalho, sua especialização e transformaria este livro em um material pedagógico, com o projeto servindo de apoio para alcançar esse objetivo. No meu caso, transformei o livro “Carlota não quer falar”em um material psicopedagógico, utilizado por diversos profissionais. O mesmo estou fazendo com os dois futuros livros que já estão sendo preparados para publicação. Observe nas fotos abaixo que o Meu livro possui diversos elementos que fazem dele um produto, ou seja: a) Conto interativo; b) Guia para Pais; c) Ludo das Emoções com 30 Cartas (três elementos que fazem parte do livro) + d) Projeto de Educação Emocional com Carlota (distribuição gratuita em PDF); + e) Como Montar uma Oficina de Emoções com Carlota (post do blog).
Já possui um livro publicado?
Se você já publicou um livro e deseja potenciar a projeção desse livro, bem como as vendas do mesmo, podemos criar um Projeto Complementar baseado neste livro e nos seus objetivos profissionais.
Se você deseja mais informação, preencha o formulário abaixo e entraremos em contato. Permita-se SONHAR lembrando que
Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles. Estão onde devem estar. Agora, dê-lhes alicerces. (Henry David Thoreau)
Que ansiosa estou!!! Só falta alguns dias para voar com a Carlota para o Brasil e estou muito, muito feliz! Os últimos meses foram uma loucura, estive preparando o Mestrado de Contoexpressão para a EPsiHum – Escola de Terapia Psicoexpresiva Humanista – e o Curso de Contoexpressão para o Brasil. Mas já tenho tudo pronto!!!
Você ainda não está inscrit@? Aproveite que ainda temos vagas!!!
CURSO DE CONTOEXPRESSÃO: EDUCAÇÃO EMOCIONAL E TERAPIA ATRAVÉS DE CONTOS.
14/07 em São Paulo – 21/07 Navegantes/SC (vagas esgotadas) – 03 e 04 de Agosto Criciúma/SC – 18/08 Curitiba/PR – 25/08 Belo Horizonte/MG.
Deixo abaixo o video Promocional
Agora deixou algumas fotos das aulas de Contoexpressão dadas no Mestrado Europeu de Educação Expressiva que estive dando há alguns dias EPsiHum. Nossos alunos (psicólogos e terapeutas) vieram do Brasil para estar aqui em Valência durante 13 dias maravilhosos:
Deseja mais informação? Preencha o formulário abaixo:
Hoje resolvi falar sobre um tema que começou a surgir nas oficinas para pais e mães que realizo: COMUNICAÇÃO.
Como todos os dias a mãe ou o pai vai buscar a criança no colégio, e enquanto caminha ou conduz, começa a bombardear o filho de perguntas, e a conversa segue mais ou menos esse roteiro:
_Como foi o colégio hoje?
_ Bem.
_ Uhum… só bem
_ Uhum.
_ Você se comportou bem?
_ Sim.
_ Alguém encrencou com você?
_ Não.
_ Estudou tudo direitinho?
_ Sim.
Como o meu livro “Carlota não quer falar” trata de ajudar a manter uma comunicação com a criança, para que ela aprenda e expressar os seus sentimentos, durante as oficinas que realizo, muitos pais expressam sua frustração dizendo-me que os filhos não contam nada sobre o que fazem no colégio, como se sentem etc. Então lhes digo que repitam-me as perguntas que fazem, e me deparo com perguntas como as que escrevi acima.
É verdade que muitas crianças e adolescentes tem dificuldades em expressar o que sentem, o abrir-se para os pais. Porém, realmente acredito que se trata mais de um problema de comunicação.
“Os pais estão fazendo as perguntas de forma equivocada.”
Isso mesmo! Se você quer que a criança responda com monossílabas, como no exemplo, continue fazendo as mesmas perguntas, mas se você quer realmente manter uma conversa ampla e conhecer o mundo em que vive o seu filho quando não está de baixo do seu olhar, então preste atenção no que vou dizer.
Existem perguntas fechadas e abertas. As perguntas fechadas são aquelas em que a pessoa não necessita pensar muito na resposta, é só dizer: Sim, não, bem, mal, claro. São úteis para quando se deseja obter uma informação concisa e específica, porém não nos ajudam a conhecer os detalhes, ou conhecer melhor o nosso interlocutor.
As perguntas abertas são aquelas que necessitam de reflexão. Ou seja, o nosso interlocutor deve pensar mais para responder, as respostas são mais extensas e nos ajudam a conhecer melhor as circunstâncias, os motivos e as características do nosso interlocutor. Algumas características das perguntas abertas são:
Elas exigem que a pessoa pare, pense e reflita.
As respostas não são fatos, mas sentimentos, opiniões ou ideias pessoais sobre um assunto.
Quando são usadas perguntas abertas, o controle é transferido para a pessoa que deve responder a pergunta, que inicia uma troca com a pessoa que perguntou. Se o controle da conversa continua com a pessoa que faz as perguntas, significa que você está fazendo perguntas fechadas. Essa técnica faz a conversa parecer-se mais com uma entrevista ou um interrogatório.
Evite perguntas com as seguintes características: as respostas fornecem fatos; as perguntas são fáceis de responder; as respostas são dadas com rapidez e exigem pouca ou nenhuma reflexão.
Agora deixarei uma série de perguntas que você pode fazer à crianças para descobrir situações específicas, e conhecer melhor o seu mundo interior, e o meio onde ela se move. São perguntas par iniciar uma conversa, e a partir dela a criança também pode fazer as suas próprias perguntas:
Qual foi a melhor coisa que te passou hoje no colégio?
Qual foi a pior coisa que te passou hoje no colégio?
Conta-me algo que te fez rir hoje.
Se pudesses escolher um coleguinha para sentar ao teu lado na sala, quem você escolheria? (Quem você não escolheria?)
Qual é o melhor lugar da escola?
Diga uma palavra estranha que tenhas escutado hoje; ou algo estranho que alguém disse.
Se eu chamasse hoje a professora, o que achas ela diria de ti?
Ajudastes a alguém hoje no colégio? Quem? Como?
O que te fez mais feliz hoje?
O que te fez sentir tédio hoje?
Se um disco voador chegasse na teu colégio e levasse a alguém com eles, quem querias que fosse?
Quem é a pessoa que gostarias de brincar no recreio que nunca ou poucas vezes tenhas brincado?
Quem é a pessoa mais divertida da sala de aula? Por que é tão divertida?
Se amanhã fosses tu o professor, o que farias?
Tem alguém na tua sala que necessita relaxar-se mais?
De cada uma dessas perguntas pode surgir uma conversa muito interessante. Talvez no princípio parece algo estranho, mas depois de um tempo em que mantenhas esse tipo de conversa aberta, a criança se acostumará e desejará que chegue o momento de compartilhar com você um pouco do seu dia. Não utilize estas perguntas como se você um questionário, fazendo muitas uma atrás da outra. Deixe que seja algo natural, faça uma pergunta e permita que a conversa flua a partir daí. Proponho à criança que ela também faça alguma pergunta para você.
O post de hoje foi um pouco diferente, não acha? Penso que saber comunicar-se com as crianças é essencial e melhora as nossas capacidades emocionais, por isso pensei que fosse um tema interessante para compartilhar. O que achou das perguntas? Quais perguntas você faria?
Por favor, compartilhe este post nas suas redes sociais, tenho certeza que poderá ser de ajuda a muita gente. Obrigada por passar pela minha “Caixa de Imaginação” e até breve.
(Para leer ese texto en Español pincha en: Soy Jardín)
Ilustração: Claudine Bernardes
Sou Jardim
Posso parecer uma muralha sombria,
feita de ásperas pedras,
enegrecida pelo tempo.
Mas, dentro conservo um jardim,
onde vivem flores e pássaros.
Dentro de mim a vida sorri.
Ainda que pareça velha,
porque sou velha,
o tempo dentro de mim se congelou.
Se te atreves a olhar-me,
despojado de preconceitos,
verás que por dentro sou um jardim.
Que as flores nascem dentro de mim.
Sei que chegará o dia,
em que meus movimentos se retardem,
que meus músculos se travem.
Inclusive a memória,
o bem mais precioso que tenho,
se irá e me deixará.
Ainda assim, se te atreves a olhar-me,
despojado de preconceitos,
verás que dentro levo canção.
Porque na minha vida, as vezes amarga,
por momentos tormentosa e afligida,
sempre fui uma muralha,
que guardava dentro um jardim
e uma bela canção.
Fora…
fora deixei tudo o que é feio,
mau e sujo.
Tudo o que poderia matar o jardim
que guardo dentro.
(Claudine Bernardes)
Meu conselho de hoje é simples:
Ainda que lá fora ocorra um furacão, ainda que não sejas belo ou já não sejas tão jovem, guarde dentro a sua beleza. Custodia como um tesouro o mais valioso que você tem, porque o que você leva dentro é a essência do seu caráter.
Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. Provérbios 4:23
O homem bom tira coisas boas do bom tesouro que está em seu coração, e o homem mau tira coisas más do mal que está em seu coração, porque a sua boca fala do que está cheio o coração”. Lucas 6:45
E você o que leva dentro?
Obrigada por passar pela minha Caixa de Imaginação. Espero os seus comentários. Até logo. 😉