comportamento, Contos que Educam, educação emocional, Minhas homenagens, Sem categoria

O Perfume da Professora: uma história para viver e compartilhar.

Ontem recebi mensagens de duas professoras que me motivaram a compartilhar com vocês esta história. Uma delas, é professora aposentada, que aos seus 73 anos ainda dedica o seu amor e sua energia a ajudar a crianças e adolescentes.  Geralmente compartilho histórias com atividades para que professores, psicólogos e psicopedagogos, trabalhem com terceiros, mas hoje… Continuar lendo O Perfume da Professora: uma história para viver e compartilhar.

Anúncios
Minhas homenagens, Sem categoria

Homenagem a Castro Alves

(Para leer el texto en Español pincha en: Castro Alves) Hoje é 14 de Março, aniversário do grande poeta Castro Alves, por essa razão deixo aqui registrada minha homenagem. É incrível como ele fala do amor com tanta delicadeza, no entanto suas palavras se transformam em fogo ardente quando são expressão da sua luta contra a… Continuar lendo Homenagem a Castro Alves

Minhas homenagens, Sem categoria

Homenagem a Lêdo Ivo

(Para leer el texto en Español pincha en: Homenaje a Ledo Ivo) Precauções inúteis Lêdo Ivo Quem tapa minha boca não perde por esperar o silêncio de agora amanhã é voz rouca de tanto gritar. Quem tapa meus olhos nada esconde de mim Sei seu nome e o seu rosto, o lugar que estou sua noite… Continuar lendo Homenagem a Lêdo Ivo

Minhas homenagens

Meu presente para Drummond.

(Para leer el texto en Español pincha: 31 de Octubre, el día de Drummond) Já sei! Estou uns dias atrasada, mas como prometi cumprir a minha semana de homenagem à Drummond, não poderia deixar de colocar um último post (que deveria ter subido no sábado 31), com um presente para ele. Carlos Drummond de Andrade é um… Continuar lendo Meu presente para Drummond.

Minhas homenagens

Amor e como Drummond o transforma em poema

Sui géneris É exatamente assim que vejo o amor nos poemas de Drummond "sui géneris". É um amor corriqueiro, do dia a dia, sem tantas palavras floreadas. Não sofre desesperadamente pelo amor perdido, porque compreende que o verdadeiro amor nunca se perde, nunca vai embora e não abandona, porque "amor é bicho instruído", pula o muro… Continuar lendo Amor e como Drummond o transforma em poema

Minhas homenagens

O Poeta aos olhos de Drummond

NOTA SOCIAL O poeta chega na estação. O poeta desembarca. O poeta toma um auto. O poeta vai para o hotel. E enquanto ele faz isso como qualquer homem da terra, uma ovação o persegue feito vaia. Bandeirolas abrem alas. Bandas de música. Foguetes. Discursos. Povo de chapéu de palha. Máquinas fotográficas assestadas. Automóveis imóveis. Bravos... O poeta está melancólico. Numa árvore do passeio público (melhoramento da atual administração) árvore gorda, prisioneira de anúncios coloridos, árvore banal, árvore que ninguém vê canta uma cigarra. Canta uma cigarra que ninguém ouve um hino que ninguém aplaude. Canta, no sol danado. O poeta entra no elevador o poeta sobe o poeta fecha-se no quarto. O poeta está melancólico. (Carlos Drummond de Andrade)

Minhas homenagens

Drummond: Quando a perda se transforma em poesia.

O que Viveu Meia Hora Nascer para não viver só para ocupar estrito espaço numerado ao sol-e-chuva que meticulosamente vai delindo o número enquanto o nome vai-se autocorroendo na terra, nos arquivos na mente volúvel ou cansada até que um dia trilhões de milênios antes do juízo final não reste em qualquer átomo nada de uma hipótese de existência. (Carlos Drummond de Andrade)