O pai que nunca tive.

Diz a lenda que antes do meu nascimento ele correu para os braços de outra mulher. Uma afligida mãe chorou pelo desprezo ao seu amor, porém ao olhar-se descobriu que dentro de si levava o fruto de seu amor.

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O despertador não soou! Levantei assustada e saí correndo pra ver o nascer do sol…

Acordei assustada e olhei no relógio. Oh, não! O despertador não soou e já era às 6:30 da manhã. Pulei da cama, tomei meu café correndo (porque antes disso não sou gente), me vesti, peguei a bicicleta do meu marido (que é mais rápida que a minha) e saí de casa como quem está dando a luz.

Resenha Filme: Caçadores de Obras-primas

O filme está baseado no livro de Robert M. Edsel, e conta a história de um grupo de especialistas em artes que, durante a Segunda Guerra Mundial, se alistam no exército americano. Sua missão é recuperar o patrimônio histórico e artístico roubado pelos nazistas. Deixo para verdadeiros críticos dizer qualquer coisa sobre a qualidade do filme, do elenco ou do roteiro. Simplesmente quero chamar a atenção sobre a importante mensagem que ele aporta: A importância de proteger a história de um povo.

Janelas que conduzem a outras janelas

Gosto de janelas! Através delas observo a vida. Janelas nos conduzem a outras janelas. Nos mostram o mundo e uma infinidade de possibilidades. Eu gosto de possibilidades. Janelas são possibilidades. Meus olhos são janelas que me conduzem para fora de mim, por onde os demais me espreitam, me descobrem. Janelas são descobertas. Um canal de

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Concursos literários: Participar ou não?

Quando comecei escrever meus primeiros textos, quase de imediato pensei que inscrever-me em concursos literários seria uma forma de conseguir publicar algo. Desde então foram muitos concursos. Inclusive escrevi um livro de poesia em poucos dias, com a ingênua ideia de “quem sabe” ganhar o concurso e os cinco mil euros que supunha o prêmio. Obvio que não ganhei!

Você também é um viciado em trabalho?

Família, casa, trabalho, estudos, cão, gato… tudo requer um pouco do nosso tempo e quando chega o final do dia estamos rendidos. Nos faltam mais horas no dia! Será? Talvez se tivéssemos mais horas só conseguiríamos terminar o dia ainda mais cansados e frustrados. Mas não é sobre isso que desejo “falar” hoje.
Desejo falar sobre aqueles raros momentos em que a vida nos dá um respiro… uma pausa dentro da loucura dos nossos dias. Esses momentos são como “flash”, que se você não está atento, ou olhando para outro lado (ou melhor, olhando com os olhos equivocados), passará sem ser percebido; ou pior ainda, sem ser vivido.

Resenha: O Mártir das catacumbas

Imagine a situação: crianças, jovens, famílias inteiras, anciões, todos vivendo em túneis subterrâneos, nas catacumbas de Roma, para poder viver sua fé em Jesus. Que convicção, que amor tão forte e profundo pode fazer com que pessoas (algumas delas ricas), deixem a luz da superfície para viver na escuridão das catacumbas? No entanto, naquele lugar sombrio, frio, úmido, onde o ar era escasso e os ossos atrofiavam-se pela falta de luz, a Luz de Jesus iluminava suas almas e os ajudava a suportar a difícil carga que necessitavam levar.

Você vai deixar de seguir o caminho por que encontrou uma pedra?

Drummond nos deixou bastante claro que no meio do seu caminho tinha uma pedra. Porque sempre há pedras no caminho, no meu, no teu, no vosso, sempre há pedras. Outro dia enquanto pedalava encontrei uma pedra no meio do caminho. A resposta foi rápida, a escolha fácil: desviei da pedra. Há pedras que podem ser desviadas, porque o caminho é largo e bem asfaltado. Entretanto, há momentos em que o caminho é um verdadeiro pedregal, então qual é a opção? Desistir da caminhada e dar meia volta com o rabo entre as pernas? Sim, essa é uma opção. Quem nunca desistiu que atire a primeira pedra! Porém, não podemos viver constantemente dessa maneira, porque sempre haverá um caminho pedregoso para vencer, uma montanha para escalar, um rio para cruzar.