Opinião: Contoexpressão Aplicada ao Coaching com Marcelle Guedes

Oi, tudo bem? Hoje quero compartilhar com vocês a Live que fiz com a Pedagoga e Coach Parental Marcelle Guedes. Marcelle foi uma das mais de 70 pessoais que participou do meu Curso de Contoexpressão: Educação Emocional e Terapia através de Contos, que realizei no Brasil nos meses de Julho e Agosto. De lá para cá, conforme você escutará no video, ela já realizou diversos eventos aplicando a Contoexpressão e as suas ferramentas.

Assista a nossa Live e veja como a Contoexpressão também pode enriquecer a sua vida  pessoal e profissional.

 

Quer saber mais sobre a Contoexpressão? Veja as nossas ofertas de Cursos e Oficinas.  

Curso de Contoexpressão Belo Horizonte Claudine Flavia e Marcelle
Claudine Bernardes, Marcelle Guedes e Flávia Gama.

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Mensagem enviada. Logo responderemos.

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Entre aqui para ler o último POST que publiquei no meu blog A CAIXA DE IMAGINAÇÃO.


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CARLOTA NÃO QUER FALAR
Livro em português. Editora Grafar. Composto por Conto interativo + Ludo das Emoções (tabuleiro + 30 cartas recortáveis). Valor 56 reais. Recomendado por psicólogos, para desenvolvimento da consciência e gestão emocional.
A AMENDOEIRA TRISTE
Livro em português. Editora Grafar. Composto por Conto em verso + Jogo do Otimismo (tabuleiro + 30 cartas recortáveis). Valor 52 reais. Recomendado por psicólogos para ajudar a compreender a raiva e ter uma atitude mais resiliente.

JÁ PENSOU EM PUBLICAR UM LIVRO? Mentoria para Autores. Transformando o livro no seu cartão de visita.

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Quais os benefícios de publicar um livro?

Se você deseja publicar um conto, uma fábula ou algo nesse formato, sonhando que o seu livro se tornará um bestseller que lhe fará rico e famoso, talvez tenha que lhe contar algumas verdades sobre este mercado:

  1. É um mercado duro e cheio de competição, além disso conseguir que uma editora publique o seu livro sem que você tenha que bancar essa publicação é difícil (Eu sou prova de que é possível. Porém, como consegui convencer a dois editoras de países diferentes a publicar uma autora desconhecida? Siga lendo para descobrir).
  2. Você pode se autopublicar, porém é caro e terá que promover-se muito para vender os seus livros.
  3. Os direitos de autor (quando você consegue uma editora que banque o seu livro) não superam os 10% do valor de capa, ou seja: ficar rico é uma ilusão; viver de direitos de autor é muito, muito muito difícil.

Então, quais são os benefícios de ter um livro publicado?

Sonho Realizado: Publicar ou inclusive, autopublicar pode ser a realização de um sonho. Um livro é como um filho, você gerou uma ideia, e agora está compartilhando essa história com o mundo e isso é lindo. Somente isto já seria para mim motivo suficiente para motivar o esforço que supõe criar um livro.

Cartão de Visita: Um livro pode ser também um “Cartão de Visita”, um “Portfolio” do seu trabalho. Imagina que você é uma Psicóloga Infantil e trata a muitos clientes com TDAH ou autismo. Bem, você pode criar uma história que relate a realidade deste mundo. Porém, só o conto, hoje em dia não é material suficiente para gerar projeção profissional. Vejamos o que aconteceu no meu caso.

Potenciando o seu livro

Quando lancei o meu livro “Carlota não quer falar”, meu objetivo era ajudar as famílias na comunicação com as crianças. Mas alcançar os pais era um trabalho árduo e logo me dei conta de que seria muito difícil, até que um dia comecei a perceber que o meu livro estava começando a gerar interesse em profissionais como psicólogos e professores. Foi então que, utilizando os meus conhecimentos em “Contos e Fábulas Terapêuticas”, criei o “Projeto de Educação Emocional com Carlota”, para servir de apoio ao livro e de suporte ao trabalho de profissionais.

Graças a essa iniciativa o meu trabalho começou a ter grande projeção, tanto no Brasil como na Europa (onde vivo há 15 anos). Hoje em dia sou Formadora e Facilitadora Contoexpressiva, professora de EpsiHhum (Escuela de Terapia Psicoexpresiva Humanista del Instituto IASE – com sede em Valencia-Espanha) e ministro cursos, oficinas e palestras tanto no Brasil como na Europa. Além disso estou preparando o lançamento de outros dois livros, um deles resultado dos cursos que realizei nos últimos meses no Brasil.

 

Recebo centenas de emails todos os meses (os quais respondo individualmente), agradecendo por disponibilizar o projeto e confirmando de que o meu trabalho agrega conhecimento e ajuda na vida de outros profissionais.

 

Que podemos concluir do que expliquei? O livro foi o primeiro passo, porém foi o Projeto de Educação Emocional (que distribuo gratuitamente em pdf) que mostrou as possibilidades do uso do livro, bem como ratificou o meu conhecimento profissional e gerou interesse no meu trabalho.

Em que consiste a Mentoria para Autores?

Se trata de ajudar o autor a:

1. Identidade Profissional: Identificar dentro da sua área de trabalho, um enfoque profissional que possa trazer-lhe mais projeção (em relação ao seu conhecimento X a necessidade do mercado), Ex. Se você é psicóloga ou coach parental, poderia centrar a sua projeção profissional para ajudar aos pais de crianças com TDAH ou Autista).

2. Projeto Editorial: Depois de estabelecer a identidade profissional que se deseja projetar, criaremos um projeto identificando: 1. Enfoque da história; público que se deseja alcançar; objetivos a serem alcançados com a historia; objetivos a serem alcançados com o “Projeto Complementar”; Identificar editoras potenciais que possam estar interessadas na publicação do livro, etc.

3. Criação do livro:Apoio ao processo criativo de gerar uma história, enquandrando-a dentro da Identidade Profissional e dos padrões estabelecidos no Projeto Editorial.

4. Projeto Complementar: Aqui é onde realmente consiste o principal foco e especialidade do meu trabalho, ou seja, transformar o livro em um produto que possa gerar um interesse que vai além do simplesmente lúdico. Nesse Projeto Complementar, que receberia um nome adequado em relação ao objetivo, você apresentaria o seu trabalho, sua especialização e transformaria este livro em um material pedagógico, com o projeto servindo de apoio para alcançar esse objetivo. No meu caso, transformei o livro “Carlota não quer falar”em um material psicopedagógico, utilizado por diversos profissionais. O mesmo estou fazendo com os dois futuros livros que já estão sendo preparados para publicação. Observe nas fotos abaixo que o Meu livro possui diversos elementos que fazem dele um produto, ou seja: a) Conto interativo; b) Guia para Pais; c) Ludo das Emoções com 30 Cartas (três elementos que fazem parte do livro) + d) Projeto de Educação Emocional com Carlota (distribuição gratuita em PDF); + e) Como Montar uma Oficina de Emoções com Carlota (post do blog).

Carlota mais que um livro

Já possui um livro publicado?

Se você já publicou um livro e deseja potenciar a projeção desse livro, bem como as vendas do mesmo, podemos criar um Projeto Complementar baseado neste livro e nos seus objetivos profissionais.

Se você deseja mais informação, preencha o formulário abaixo e entraremos em contato. Permita-se SONHAR lembrando que

Se você já construiu castelos no ar, não tenha vergonha deles. Estão onde devem estar. Agora, dê-lhes alicerces. (Henry David Thoreau) 

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Novidades!!! Já realizamos dois cursos e foi um Sucesso! Contoexpressão: vem aprender também.

 

1 Contoexpressão Sao Paulo 16

Oi, Tudo bem??? Cheguei dia 9 de julho no Brasil e já coloquei as mãos na massa.  Depois de uma semana em São Paulo preparando tudo para o primeiro Curso, realizamos na UNIBES-Cultural o primeiro Curso de Contoexpressão no Brasil.

Foi no dia 14 de Julho na linda Biblioteca da UNIBES CULTURAL, organizado pelo Professora e Psicóloga Márcia Ferreira.

1 Contoexpressão Sao Paulo 17

Todos os participantes estavam muito felizes por terem participado do curso, e disseram que superou as expectativas!!!! Que legal!!!

Depois chegou o nosso segundo Curso na Cidade de Navegantes, na Santa e Bela Catarina. O Evento foi Organizado por Andrea Dias, professora e Narradora Oral. Mais um sucesso!!! Todos os participantes disseram que o curso foi revelador.

Quer participar também???

Ainda dá tempo!!! Visitarei algumas cidades antes de voltar para Espanha: Criciúma/SC dias 3 e 4 de Agosto. Curitiba/Paraná dia 18 de Agosto e Belo Horizonte dia 25 de agosto.

O que você aprenderá nesse curso???

O Curso de Contoexpressão: Educação Emocional e Terapia Através de Contos é um curso SEMIPRESENCIAL de 30 horas. São 8 Horas presenciais e as demais serão realizadas online através do Campus Virtual da EPsiHum (Escuela de Terapia Psicoexpresiva Humanista del Insituto IASE), com sede na Espanha e da qual eu sou professora.

Os participantes experimentarão em primeira pessoa a Contoexpressão. Depois da vivência conhecerão a técnica e suas ferramentas, e como utilizá-la no dia a dia, tanto na sala de aula, como em terapia e também na educação dos filhos.

Falaremos sobre a importância do estabelecimento de um Horizonte de Significado, o seu conceito e a importância dos contos e gêneros narrativos. Faremos um Tour pela Jornada do Heroi, explicada de uma forma didática e cheia de exemplos.

Faremos uma Oficina de Autoestima, a qual posteriormente será enviada aos participantes para que possam desenvolvê-la com grupos de diversas idades.

E para terminar os participantes conhecerão diversos contos e técnicas para aplicar com crianças com TDAH. Quer mais??? Não esqueça que ainda teremos a parte online e uma orientação individual para aplicar a técnica na área de atuação.

 

Quer mais informação? Basta preencher o formulário Abaixo:

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Já falta pouquíssimo: Curso de Contoexpressão em várias cidades do Brasil.

Que ansiosa estou!!! Só falta alguns dias para voar com a Carlota para o Brasil e estou muito, muito feliz! Os últimos meses foram uma loucura, estive preparando o Mestrado de Contoexpressão para a EPsiHum – Escola de Terapia Psicoexpresiva Humanista – e o Curso de Contoexpressão para o Brasil. Mas já tenho tudo pronto!!!

Você ainda não está inscrit@? Aproveite que ainda temos vagas!!!

CURSO DE CONTOEXPRESSÃO: EDUCAÇÃO EMOCIONAL E TERAPIA ATRAVÉS DE CONTOS.

14/07 em São Paulo – 21/07 Navegantes/SC (vagas esgotadas) – 03 e 04 de Agosto Criciúma/SC – 18/08 Curitiba/PR – 25/08 Belo Horizonte/MG.

Deixo abaixo o video Promocional

 

Agora deixou algumas fotos das aulas de Contoexpressão dadas no Mestrado Europeu de Educação Expressiva que estive dando há alguns dias EPsiHum. Nossos alunos (psicólogos e terapeutas) vieram do Brasil para estar aqui em Valência durante 13 dias maravilhosos:

Deseja mais informação? Preencha o formulário abaixo:

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PICTOCONTOS: A importância da linguagem Simbólica no Autismo


Pictoconto - A excursão de Tika 1

Como vocês já sabem sou especialista em contos e fábulas terapêuticas e através deste blog compartilho formas de utilizar os contos na educação, como uma forma de dar suporte a tantos profissionais que buscam materiais e novas sugestões de atividades. Este material está dedicado à minha prima Alessandra Vieira, mãe de um lindo menino autista, e Diretora da AMA de Navegantes (Associação de Pais e Amigos de Autistas) Um dia ela me disse: Clau, por que não preparas algo para os autistas? Como promessa é dívida, aqui está este material. Espero que sirva de ajuda. Tenho outros mais que estarei postando pouco a pouco. Se inscreva neste blog para receber as atualizações e ter acesso a muitos outros materiais exclusivos.

LINGUAGEM SIMBÓLICA


Segundo a fonoaudióloga Nola Marriner (1992), a linguagem simbólica define-se como uma linguagem representada por símbolos ou signos, imagens, desenhos e palavras impressas, estas podem ser escritas e lidas. Portanto, a linguagem simbólica é uma representação gráfica audiovisual que indica atividades e ações reais provocando estímulos sensoriais perceptíveis. Porém, dentro de todo o que foi estudado até o presente momento, observamos que a linguagem simbólica vai muito mais além desta definição e encontrando-se como suporte necessário dentro da comunicação humana, e também para o desenvolvimento pessoal.

Para crianças afectadas pelo autismo, desenvolver uma linguagem simbólica é de grande importância, porque é um estímulo e suporte para despertar e aumentar a comunicação e compreensão da linguagem falada, ajudando a estruturar atividades, eventos previsíveis, rotinas, comportamentos e a se comunicar de forma interativa. De tal forma que a linguagem simbólica permite antecipar os eventos e também evitar a ansiedade ou comportamentos inadequados.

Através da linguagem simbólica, é possível desenvolver as habilidades e aprendizados da vida cotidiana, relacionamentos consigo mesmo, relacionamentos com os outros e com a natureza. De tal forma que crianças com autismo leve podem estar cientes de suas próprias necessidades, interagir com o ambiente ao seu redor, expressar sentimentos em relação a outras pessoas e ter comportamentos apropriados, etc.

Como afirma Reyes (2010) 2, todos os profissionais devem ter material adaptado para trabalhar no desenvolvimento das capacidades das crianças. Por exemplo, no caso de crianças com TEA, elas são aprendizes visuais, portanto, pictogramas, imagens que representam palavras e uma das ferramentas atuais de trabalho com crianças com dificuldades que os ajudam a entender melhor as histórias, devem ser usadas.

De alguma forma, as crianças autistas devem aprender habilidades sociais para relacionar-se com os outros. As histórias são uma boa ferramenta e os resultados geralmente são, na maioria dos casos,  positivos.

Todas esses contos adaptados a crianças com autismo compartilham uma série de características:

– As imagens são estruturadas e organizadas. Eles se destacam por sua cor e simplicidade para que as crianças possam reconhecê-los.

– As páginas têm frases curtas e simples para que não haja excesso de informação.

– Palavras têm suporte visual, pictogramas. Isso é útil para guiar as crianças e chamar sua atenção.

– Os contos são histórias curtas para que os leitores possam reter todas as informações.

– Aspectos cognitivos são trabalhados para fazer o leitor pensar e entender.

– Eles são projetados tanto para ativar a aprendizagem e incentivar o prazer pela leitura.

Assim, observamos que para o trabalho com crianças com autismo é necessário compreender a importância dos símbolos gráficos, já que estas crianças aprendem melhor através deles.

O que é um PICTOCONTO?

Para entender o que é um Pictoconto devemos entender primeiro o que é um pictograma. Pictogramas são representações de objetos e conceitos traduzidos em uma forma gráfica extremamente simplificada, mas sem perder o significado essencial do que se está representando. Seu uso geralmente está associado à sinalização pública, instruções, orientações e qualquer outro meio para transmitir informações. É muito comum encontraro uso de pictogramas em diversos contextos cotidianos, como placas em shoppings, aeroportos, guias, manuais, mapas, infográficos, etc..

O pictograma deve, por si só e sem o auxílio de textos, representar o objeto ou conceito que se deseja e ser facilmente identificado e compreendido por quem o observa. Bons pictogramas tendem a ser compreendidos de maneira universal, ultrapassando os limites linguísticos. Praticamente qualquer objeto ou situação pode ser transcrita em forma de pictogramas e suas aplicações são quase infinitas.

Veja abaixo um exemplo de pictograma para explicar o processo de escovar os dentes:

Rotina para limpar os dentes

Assim sendo um PICTOCONTO é uma história que pode ser contada total ou parcialmente através de pictogramas. Os Pictocontos se constituem num excelente material para ensinar e preparar as criança autistas para diversas circunstâncias.

 

ATIVIDADE: A EXCURSÃO DE TIKA 

A seguinte atividade proposta se chama “A excursão de Tika” e é um PICTOCONTO que ajudará a criança autista a compreender as circunstâncias que podem ser vividas num passei pelo campo e assim interiorizar este conhecimento (Este conto foi desenvolvido por Irene Ruiz Encinas). Tendo em vista que as crianças autistas aprendem melhor através de símbolos e signos visuais, ao contar a história à criança, indique os pictogramas contidos no material. Também seria interessante imprimir o Material e recortando os pictogramas de cada lâmina do conto, propor à criança que coloque em ordem as ações narradas.

Algumas imagens:

Baixe o material em PDF para poder imprimir e utilizá-loATIVIDADE PICTOCONTOS – Autismo – A excursão de Tika – conto

O conto pode ser contados algumas vezes, inclusive através de kamishibai e é possível perguntar às crianças sobre sentimentos que se pode experimentar num passeio ao campo. Utilize este material para dar passo a momentos de conversa, para falar sobre sentimentos, sobre situações já vividas e outras que se podem viver, tanto em família como nos grupos dos quais a criança faz parte.

Gostou desse material? Você já conhecia os pictocontos? Conhece material semelhante que poderia ser de ajuda? Compartilho conosco a sua experiência. Também compartilhe este post nas suas redes sociais e grupos, para que outras pessoas possam conhecer no nosso trabalho e ser de ajuda a muitas famílias e profissionais. Obrigada por passar pela “Caixa de Imaginação”

Se gostou da minha metodologia de trabalho, venha conhecer a Contoexpressão e saber como utilizar diferentes ferramentas na Educação, através do Curso Semipresencial Contoexpressão: Educação Emocional e Terapia Através de Contos. Aproveite esta oportunidade porque estarei no Brasil durante apenas algumas semanas. Cursos nas cidades de São Paulo, Sumaré, Curitiba, Criciúma, Belo Horizonte. Veja mais informação nesse link ou escreva-me através do formulário abaixo. Super abraço. 

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Vem conhecer a Contoexpressão e dar um novo enfoque ao seu trabalho.

Oi, tudo bem??? Hoje não vou escrever muito, porque vou te dar o recado através de um video. Assista e compartilhe este video com os seus contatos 😉 E se tiveres dúvidas, escreva-me através do formulário abaixo.

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Oficina de Autoestima – Educação Emocional através de Contos.

Oficina taller autoestima claudine bernardes contoexpressao 1
Foto: Oficina de Contoexpressão realizada por Claudine Bernardes. Autoestima.

Todos já escutamos a frase de que “cada pessoa é um ser único e irrepetível”, porém sentir-se assim as vezes não é tão fácil. Quando ocorrem situações que atacam a nossa auto-estima, começamos a ter uma visão distorcida de nós mesmos. Então devemos aprender a reconhecer a nossa essência, aprender a amar-nos, respeitar-nos, e aceitar o que somos, para potenciar o que podemos chegar a ser.

Desenvolver uma autoestima equilibrada é algo que deve ser feito em todas as fases da vida, tanto com crianças, como adolescentes, adultos e também com idosos. Porém, como fazê-lo? Eu o faço através de uma oficina de contoexpressão.

O que é a Contoexpressão?

A contoexpressão é a arte de compartilhar e despertar conhecimento, de forma sensorial através de contos. Se trata de uma técnica arteterapêutica e psicoexpressiva, que busca potenciar os conhecimentos simbólicos, através de quatro ferramentas que utilizadas da forma adequada podem produzir grandes resultados:

  1. Conexão Emocional;
  2. Metáforas;
  3. Método socrático;
  4. Atividade didática.

O resultado do uso desta técnica é um despertar da consciência, de forma cognitiva que culminará em uma mudança de atitude e conduta.

Há una frase que guarda a essência do que é a contoexpressão:

frases Hesse ajudar a fazer visível o proprio universo

Oficina de Autoestima: O que te faz único é…

“Numa pequena aldeia situada em pleno deserto, vivia um homem que cada manhã buscava água numa fonte que estava a alguns kilómetros de distância da sua casa. Colocava dois grandes cântaros nos extremos de uma grossa barra de madeira e apoiava esta sobre os seus hombros. E assim, com alegria no corpo e um sorriso na alma, empreendia o seu caminho, que sempre era o mesmo.

Depois de caminhar por uma hora, chegava na fonte e se sentava para descansar, depois enchia os cântaros e empreendia o seu regresso a casa.

Ambos cântaros eram parecidos, com apenas uma pequena diferença.  Um deles cumpria perfeitamente a sua função, pois mantinha toda a água intacta durante todo o trajeto. Porém o outro, devido a uma pequena “ferida” em um dos lados, goteava água durante todo o caminho, e ao chegar na aldeia a água já estava pela metade.

Este último cântaro, conforme passavam os dias, se sentia cada vez mais triste, pois sabia que não estava cumprindo com a sua missão.  Porém, não entendia porque o seu dono não o arrumava, ou simplemente substituia por outro que estivesse novo e sem buracos.  Passaram dias, semanas e meses e este cântaro vez se sentia menos útil e mais triste…

Um dia, simplesmente não pode mais suportar aquela situação, e quando o aguador o tinha em sua mãos, lhe disse:

_Me sinto culpado por fazer-te perder tempo e esforço. Te peço que me abandones e consigas outro cântaro novo, que seja capaz de servir-te como deve ser.

_Não entendo porque estás dizendo isso! – disse o aguador – Por quê pensas que já não eres útil?

_É obvio que não sou útil! Estou quebrado e perco metade de água pelo caminho. Não sou a ajuda que necessitas!

O aguador abraçou o cântaro e disse:

_Não eres melhor nem pior, simplesmente eres diferente e justamente por isso te necessito. – O cântaro não entendia o porquê daquelas palavras, então o aguador continuou. _Olha! Vamos fazer uma coisa, durante o caminho de volta observe bem em que lado do caminho crescem as flores.”

 Através de histórias como esta, das metáforas contidas nela e de atividades diversas realizo uma oficina de autoestima, para que os participantes possam compreender  e despertar neles uma mensagem que já possuem: Que são pessoas únicas e irrepetíveis! 

Se trata de uma oficina de aproximadamente hora e meia de duração, cheia de atividades, contos, perguntas e respostas interiores que  despertam o amor próprio. Agora vou mostrar para vocês algumas fotos da oficina que fiz com um grupo de adolescentes. O resultado foi maravilhoso!!! Eles se sentiam motivados, amados e respeitados!  Cada pessoa pode compreender que a sua vida tem um propósito porém é importante conhecer-se para descobrir este propósito. Também compreenderam que recebemos diariamente mensagens externas (algumas boas, outras não) e que devemos escolher aquelas que devemos deixar entrar na nossa vida e fazer parte de nós.

 Utilizei com o grupo uma metáfora viva, através de uma atividade criada por mim chamada “a caixa da autoestima”, onde os participante compreendem que são recipientes, como uma caixa que durante a vida vai recebendo e compartilhando mensagens. Oficinas de vivência como esta são instrumentos idôneos para produzir conhecimento de forma respeitosa, e o resultado é muito positivo.

Deixo algumas fotos para que possas ver um pouco do que é este trabalho:

Objetivo: Fomentar o amor próprio, uma autoestima equilibrada e dotar de ferramentas que ajudem em momentos críticos.

Público: Crianças (7-12 anos), adolescentes, adultos, idosos, grupo de toxicômanos, associação de pais, trabalhadores de empresas etc. Essa oficina possui uma versão familiar, para pais e filhos.

Tempo de duração: 1h ou 2h (Em função do público ao qual vai dirigido)

Gostou? Quer aprender a técnica de contoexpressão? Quer esta oficina para desenvolver com grupos?

Venha participar dos cursos que estarei ministrando durante os meses de julho e agosto em várias cidades do Brasil (lembre-se que vivo na Espanha).  Entre aqui para ver mais sobre este curso.

O curso estará dividido em duas partes: 

1. Presencial: Os participantes experimentarão o Método desenvolvido pela palestrante e conhecerão as suas bases teóricas, tudo de forma prática e sensorial.

2. Online: Material teórico sobre os temas estudados na parte presencial, que se realizará através da plataforma online de EPsiHum (Escuela Psicoexpresiva Humanista) com sede em Valência, Espanha. Exame final: desenvolver uma oficina de resiliência. Certificado expedido por EPsiHum: http://cursos.institutoiase.com

PRESENTES DE FIM DE CURSO: 1. Oficina de autoestima para desenvolver em grupos (crianças, adolescentes e adultos). 2. Sessão individual com Claudine Bernardes (videochat) para enfocar a técnica à atividade desenvolvida pelo participante do curso.

PÚBLICO: Psicólogos, psicopedagogos, pedagogos, professores, arteterapeutas, coach, pais de crianças com TDAH, escritores de contos e demais interessados. 

Por favor, compartilhe este material nas suas redes sociais (facebook, instagram, twiter etc) e com os seus contatos.

Se tiveres alguma dúvida, basta preencher o formulário abaixo.

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Os pais como agentes de mudança: Educação Emocional através de contos.

criança aprende por imitação

Quando comento com alguém que sou facilitadora de Educação Emocional através de Contos, a grande maioria das pessoas pensam que trabalho exclusivamente com crianças. Na verdade isto está completamente longe da realidade. Por incrível que pareça a grande maioria de oficinas que realizo estão dirigidas a adolescentes, jovens e adultos. Uma das oficinas que mais gosto de fazer, é a Contos e metáforas para empoderar as famílias, onde ensino aos pais a utilizar as ferramentas da contoexpressão para comunicar-se com os seus filhos, as quais são:

  • Conexão emocional;
  • Método socrático;
  • Metáforas;
  • Atividade didática.

 Porém, o que realmente faço nesta oficina, é que os pais, ao tempo que experimentam e vivenciam a técnica da contoexpressão, para ver o real efeito desta, compreendam que eles são grandes agentes de mudança. Através de contos e da técnica que desenvolvi, desperto nos pais a conhecimento de que se eles desejam que haja mudança nos seus filhos, que aprendam e sejam responsáveis socialmente, a grande mudança deve começar na sua própria vida.  

“Seja você a mudança que deseja ver nos outros.”

 As crianças aprendem por mimese, ou seja, imitação. Elas brincam de imitar a vida dos adultos, somos o modelo a seguir, o padrão que forjará as condutas presentes e futuras das crianças que nos rodeiam. Uma das frases que sempre utilizo nas oficinas é: “Ninguém pode dar o que não tem”.  Durante a  oficina, faço com que os pais vejam que eles herdaram condutas dos seus pais  (positivas e negativas) e agora os seus filhos estão começando a repetir estas condutas, e por fim elas se enraizarão nas suas vidas. Nos últimos tempos estamos escutando falar muito sobre educação emocional, e queremos que os nossos filhos façam atividades para melhorar a sua capacidade emociona. E que acontece com os adultos? Por que não fazemos cursos para melhorar nossas capacidades emocionais?  Os pais somos guias, porém como vamos guiar se desconhecemos o caminho? 

Todos os dias recebo mensagens de inúmeros profissionais que na sua maioria, trabalham com crianças: Psicólogos, psicopedagogos, professores, terapeutas em geral. Se você que me está lendo é um desses profissionais, lhe peço que não esqueça de trabalhar também com os pais, tanto de forma grupal, como de maneira individual. Necessitamos ajudar a desenvolver a inteligência emocional daqueles que serão o modelo a seguir das crianças.

Agora deixo esta pequena metáfora para que você possa meditar no que desejo realmente ensinar:

Mais que palavras.

Conta-se  que uma mãe levou seu filho de seis anos na casa de Mahatma Gandhi. Chegando lá  ela implorou a ele:
_Por favor, Mahatma, diga para o meu filho não comer mais açúcar, ele é diabético e arrisca sua vida fazendo isso. Ele não me escuta mais, sou sua mãe e estou sofrendo muito, não desejo perdê-lo.
Gandhi pensou e logo disse:
_Sinto muito, senhora. Agora eu não posso fazer isso. Traga o seu filho dentro de quinze dias.
Surpreendida, a mulher agradeceu e prometeu fazer o que ele havia pedido. Quinze dias depois,  ela retornou com o seu filho. Gandhi olhou o menino nos olhos e disse:
_Menino, pare de comer açúcar.
Grata, porém surpresa, a mãe perguntou:
Por que você me pediu para trazê-lo duas semanas depois?  Poderia ter dito a mesma coisa na primeira vez que estive aqui.
Gandhi respondeu:
_Quinze dias atrás, eu comia açúcar.

Se deseja saber mais sobre o processo de aprendizagem através de mimese, deixo esses dois artigo que parecem relevantes:

Mímesis e infância- observações acerca da educação a partir de Walter Benjamin   (Trabalho realizado por Anita Helena Schlesener, Professora de Filosofia da UFPR (aposentada) e Professora do Mestrado em Educação da UTP. Fonte: https://philpapers.org/rec/SCHMEI-4

Jogo, mimese e infância: o papel do jogar infantil nos processos de construção do self Grigorowitschs, Tamara, Jogo, mimese e infância: o papel do jogar infantil nos processos de construção do self. Revista Brasileira de Educação [en linea] 2010, 15 (Mayo-Agosto) : [Fecha de consulta: 20 de abril de 2018] Disponible en:<http://ucsj.redalyc.org/articulo.oa?id=27518764003> ISSN 1413-2478

O Perfume da Professora: uma história para viver e compartilhar.

Ontem recebi mensagens de duas professoras que me motivaram a compartilhar com vocês esta história. Uma delas, é professora aposentada, que aos seus 73 anos ainda dedica o seu amor e sua energia a ajudar a crianças e adolescentes.  Geralmente compartilho histórias com atividades para que professores, psicólogos e psicopedagogos, trabalhem com terceiros, mas hoje este conto é para você que passa pela vida de crianças e adolescentes. Peço que leias este texto e que compartilhes com outros, para que sintam o desejo de ajudar a tantas crianças e adolescentes que se sentem perdidos, desanimados, com medo (ainda que expressem através da raiva) e solitários. Nas tuas mãos está o poder de ajudar e produzir mudanças.

ajudar a crianças educação emocional professores dinâmicos

O Perfume da Professora

No primeiro dia de aula, a professora, Sra. Tomasa, disse a seus alunos da quinta série que ela sempre tratava todos igualmente, que não tinha preferências, nem maltratava ou desprezava ninguém. Logo ele entendeu como seria difícil cumprir suas palavras. Pensou que teve alunos difíceis, mas ninguém como Pedrinho. Ele sempre ia para a escola sujo, não fazia lição de casa, passava todo o meu tempo incomodando ou cochilando, era uma verdadeira dor de cabeça. Um dia ela não aguentou mais e foi falar com a diretora.
Eu não sou professora para apoiar a impertinência de uma criança mimada. Recuso-me a aceitá-lo por mais tempo na minha sala. São quase as férias de Natal, espero não o ver quando voltarmos em janeiro.
A diretora ouviu atentamente e, sem dizer nada, revisou os arquivos e colocou o livro de vida de Pedrinho nas mãos de Dona Tomasa. A professora começou a ler por dever, sem convicção. No entanto, a leitura começou a tocar o seu coração:

A professora da primeira série escreveu: “Pedrinho é uma criança muito inteligente e amigável. Ele sempre tem um sorriso nos lábios e todo mundo o ama muito. Ele entrega seu trabalho na hora certa, ele é muito inteligente e aplicado. É um prazer tê-lo na minha turma.”
O professor da segunda série: “Pedrinho é um aluno exemplar com seus colegas. Mas ultimamente está triste porque sua mãe sofre de uma doença incurável”
A professora da terceira série: “A morte de sua mãe foi um golpe insuportável. Ele perdeu o interesse em tudo e passa o tempo chorando. Seu pai não tenta ajudá-lo e e parece muito violento. Eu acho que ele bate no menino.”
O professor da quarta série: “O Pedrinho não demonstra nenhum interesse pela aula. Ele é muito fechado e quando tento ajudá-lo perguntando o que está acontecendo, ele simplesmente não responde. Não tem amigos e está cada vez mais isolado e triste”

Por ser o último dia de aula antes do Natal, todos os alunos trouxeram Dona Tomasa alguns belos presentes embrulhados em papéis finos e coloridos. Pedrinho também trouxe o seu próprio embrulhado em um saco de papel. Dona Tomasa estava abrindo os presentes de seus alunos e, quando mostrou os de Pedrinho, todos os companheiros riram quando viram seu conteúdo: uma velha pulseira com algumas pedras e um perfume quase vazio. Para que os alunos deixassem de rir, Dona Tomasa colocou a pulseira com prazer e algumas gotas de perfume em cada um dos pulsos. Naquele dia, Pedrinho esperou que todos os seus colegas saíssem, e disse à sua professora: “Dona Tomasa, hoje você tem o cheiro da minha mãe”
Naquela tarde, sozinha em sua casa, Dona Tomasa chorou por muito tempo. Ela decidiu que a partir de então, não só ensinaria seus alunos a ler, escrever, matemática … mas acima de tudo, que os amaria e educaria seus corações. Quando voltaram para a aula em janeiro, Dona Tomasa chegou com a pulseira da mãe de Pedrinho e com algumas gotas de perfume. O sorriso de Pedrinho foi uma declaração de gratidão afetuosa. A professora semeou tempo e amor sobre a vida daquele menino, e os frutos logo começaram a ver-se através de uma grande mudança no comportamento de Pedrinho. Pouco a pouco, ele voltou a ser o aluno aplicado e trabalhador que era nos seus primeiros anos de escola. No final do ano, Dona Tomasa achou difícil cumprir suas palavras que, para ela, todos os alunos eram iguais, porque sentia uma predileção óbvia por Pedrinho.
Os anos se passaram. Pedrinho terminou o colégio e seguiu seus estudos na universitários e acabou perdendo o contato com Dona Tomasa. Um dia, ela recebeu uma carta do Dr. Pedro Altamira, informando-o de que completara com sucesso seus estudos médicos e que estava prestes a casar-se com uma garota que conhecera na universidade. Na carta ele a convidou para o casamento e implorou que ela fosse sua madrinha de casamento.

No dia do casamento, Dona Tomasa colocou a pulseira sem pedras e o perfume da mãe de Pedrinho. Quando se encontraram, abraçaram-se com muita força e o Dr. Altamira disse em seu ouvido: “Eu devo tudo a você, Dona Tomasa”. Ela, com lágrimas nos olhos, respondeu: “Não, Pedrinho, foi você quem me salvou e me ensinou a lição mais importante da vida: você me ensinou o que realmente é ser professora “.

Lembre-se, do que disse Paulo Freire: “

Não há educação sem amor. O amor implica luta contra o egoísmo. Quem não é capaz de amar os seres inacabados não pode educar. (…) Quem não ama não compreende o próximo, não o respeita.