Carlota não quer falar: muito mais que un conto

 

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Portada Carlota no quiere hablar

Oi! Tudo bem?

Hoje venho contar-lhes uma ótima notícia. No dia primeiro de abril é o lançamento do meu conto infantil  “Carlota no quiere hablar”, através de  Sar Alejandría Ediciones. Tentei publicá-lo em português, mas realmente penso que falta um pouquinho de visão empresarial dentro das editoras de Brasil e Portugal. Não me interpretem mal, não é que eu ache que o meu livro é maravilhoso, mas realmente é um tipo de material que não tem no Brasil e Portugal, sendo que aqui na Espanha os contos semelhantes fazem muito sucesso.

Um pouco sobre o conto

“Cartola não quer falar” é mais  que somente um conto infantil, é um livro pensado para ajudar a pais e filhos a compreender, falar e gerenciar as suas emoções. Como assim? Bem, é que o livro está composto por: Un conto interativo, onde as crianças darão voz à Carlota, interpretando os seus sentimientos a partir das situações vividas pela personagem. Além disso, dentro do livro também há uma Guia Didática com base na contoterapia. Para completar o material está o “Ludo das Emoções”, com o qual toda a família poderá jogar, divertir-se, falar das suas emoções, compartilhar historias etc. Tudo graças às cartas que acompanham o “Ludo das Emoções” e que guiarão os participantes durante o jogo.

Além disso, proporcionarei material aqui no blog que poderão ser baixados de forma gratuita (Cartas para o ludo, desenhos para colorir, jogos para desenvolver consciência emocional etc).

 

Carlota invitación

Mais informação:

Publi Carlota no quiere hablar

Bem, só espero poder publicá-lo o quanto antes em português 😉 Obrigada por visitar a minha Caixa de Imaginação.

contoterapia claudine bernardes

Um conto para unir laços: Arthur o Supergato.

(Para leer el texto  en español pincha en: Arthur el super gato)

Arthur el super gato Claudine Bernardes
Texto e ilustração: Claudine Bernardes

Um conto unindo dois mundos

No ano passado o meu filho estudou a vida dos gatos (no jardim de infância). Como de costume, sua professora pediu aos pais que enviemos informação e conteúdo para que as crianças possam compartilhar com toda a classe. Como gosto muito de contos, pensei que seria uma boa ideia escrever um conto e assim também poderia exercitar e melhorar minhas ilustrações (já sei que ainda tenho muito trabalho pela frente).

O resultado foi: Arthur o supergato.  Todos os contos que escrevo tem uma finalidade que vai mais além da lúdica, porque acredito que um conto pode fazer muito mais que somente entretener as crianças. Esse enfoque segui ao escrever o conto, cujos personagens são todos reais: Meu filho (narrador e personagem), Tia Fran (minha irmã) e Arthur (o gato da minha irmã). O conto é narrado pelo meu filho, e a ideia que plasmei é de como se ele estivesse lendo o conto e passando as páginas do livro (observe que nos cantos das páginas aparece a sua mão). Misturei imagens reais (fotos feitas pela minha irmã) com as minhas ilustrações.

Quando mostrei o resultado final para o meu filho, ele ficou encantado. Se sentiu conectado com uma parte de mim que ainda não conhecia: O Brasil.

Meu filho ainda não esteve no Brasil e só conhece alguns membros da minha família que estiveram aqui na Espanha. No entanto a tia Fran ainda não esteve aqui, ele só a conhece através do computador. Poder entrar no mundo mágico dos contos, ser um dos personagens e compartilhar essa história com a tia e seu gatinho fez com que ele se sentisse mais próximo da minha família que vive no Brasil

Depois que imprimi o conto, meu filho levou sua história ao jardim e a contou, cheio de orgulho, aos seus amiguinhos. Foi um sucesso!

É importante que seus filhos conheçam a sua história

Viver longe do seu  lugar de nascimento, longe da sua cultura, não deve ser um impedimento a que seus descendentes tenham acesso a essa cultura. É importante que os seus filhos conheçam a sua história, porque também faz parte da história deles. Compartilhe com eles as suas aventuras de criança, as lendas locais os “causos”, os personagens que fizeram parte da sua infância.  Suas histórias enriquecerão a vida dos seus  filhos e os deixarão mais próximos a você.

Agora deixo o conto completo (pulsa sobre a imagem para vê-la mais grande):

cuento Arthur el Super Gato Claudine Bernardes

Espero que tenha gostado. Deixe a sua opinião e se puder, compartilhe o post. Até breve! 😉

 

Dia Internacional do livro infantil

(Para leer el texto en español pincha en: Día del libro infantil)

1 andersen

Não podia deixar de comemorar o Dia Internacional do Livro Infantil, que se celebra cada ano no dia 2 de Abril, desde 1967.  Se celebra todos los años el día 2 de Abril, desde el año de 1967. Essa data foi escolhida em homenagem ao escritor dinamarquês Hans Christian Andersen. 

Agora deixo um dos tantos contos de Andersen e depois veremos um pouco da sua  biografia.

A princesa e a ervilha

Era uma vez um príncipe que queria se casar com uma princesa; mas ela tinha que ser uma princesa de verdade. Ele viajou por todo o mundo para encontrar uma, mas em lugar algum ele conseguiu encontrar o que ele queria. Havia muitas princesas, mas era muito difícil descobrir se elas eram verdadeiras. Havia sempre algumas coisas nelas que não eram como deviam ser. Então ele voltou para casa novamente e ficou triste, porque ele gostaria muito de encontrar uma princesa de verdade.

Uma noite caiu uma forte tempestade acompanhada de trovões e raios, e a chuva caía torrencialmente. De repente alguém bateu no portão de entrada da cidade, e o velho rei foi abrí-lo.

Era uma princesa que ali estava em frente ao portão. Mas, que pena! a visão que a chuva e o vento fizeram dela. A água caía de seus cabelos e das roupas; e escorriam até os dedos dos seus sapatos e chegavam até o calcanhar. No entanto, ela dizia que ela era uma princesa de verdade.

“Bem, logo descobriremos,” pensou a velha rainha. Mas ela não disse nada, foi para o quarto, tirou todos os utensílios que estavam na cabeceira da cama, e colocou uma ervilha no fundo; depois ela pegou vinte travesseiros e os colocou em cima de uma ervilha, e depois colocou vinte edredões em cima desses travesseiros.

A princesa teria de dormir em cima deles a noite toda. Ao amanhecer, lhe perguntaram como ela tinha dormido.

“Oh, muito mal!” disse ela. “Nem sequer consegui fechar os olhos a noite toda. Deus sabe lá o que havia na cama, mas eu estava deitada em cima de alguma coisa muito dura, então eu fiquei com o corpo todinho marcado. Foi horrível!”

E foi assim que eles descobriram que ela era uma princesa de verdade porque ela havia sentido a ervilha através dos vinte travesseiros e dos vinte edredões.

Ninguém, exceto uma princesa de verdade poderia ser tão sensível como ela.

Então o príncipe a tomou como esposa, pois agora ele sabia que ela era uma princesa de verdade; e a ervilha ficou exposta num museu, onde ela poderia ser vista, se ninguém a roubasse. Essa sim que é uma história de verdade!

2 andersen

Conhecendo um pouco sobre Hans Christian Andersen

Na sua autobiografia titulada “O conto de fadas de minha vida“, o escritor dinamarquês (1805-1875) afirma que a sua mãe, lavadeira, era uma mulher instruída. Seu pai, por outra parte, era um sapateiro com muita imaginação poética, que sempre presenteava seu filho com livros que este devorava. Andersen sempre foi um menino solitário que nunca brincava com outros meninos. Seus companheiros e amigos eram os livros. A infância de Andersen foi marcada pela miséria e problemas psicológicos. Quando tinha 11 anos seu pai morreu e ele teve que abandonar os estudos e começar a trabalhar para poder sobreviver. Foi ajudante de alfaiate, trabalhou numa fábrica de cigarros, até que começou a trabalhar em um teatro. Primeiro trabalhou com fantoches, dançou e cantou (tinha uma linda voz de soprano).  Entretanto com a juventude a sua voz mudou e Andersen começou a escrever (obras de teatro, poemas, novelas).

Aos 24 anos entrou na Universidade de Copenhague e começou a ser reconhecido como dramaturgo e poeta. Apesar de ter escrito muitas novelas, poemas e obras teatrais, Andersen realmente passou a ser conhecido pela sua magnífica coleção de contos de fadas publicada entre 1835 e 1872. Tenho certeza que você já escutou falar de varios contos de Andersen, entre os quais encontramos:

 

Te animo a contar contos às crianças que você conhece. Os contos enriquecem a imaginação das crianças e ajudam a criar ferramentas psicológicas para que elas enfrentem as situações da vida.

Um grande abraço e até breve!

Conto: O menino que surfou nos Anéis de Saturno

(Para leer el texto en Español pincha en: El niño que surfeó en los Anillos de Saturno)

cuento el niño que surfeó en los Anillos de Saturno

Um conto para uma semana difícil

Fui acordar o meu filho para prepará-lo para ir ao colégio, quando observei que seu corpo estava cheio de erupções. Não tive dúvida, era catapora (varicela).

Bem, não havia outra solução além de ter muita paciência e ficar uma semana em casa. Agora imagina a situação: um menino de 4 anos, cheio de erupções (que não deixavam de coçar), além de febre, sem ter a possibilidade de sair de casa nem receber qualquer visita. A semana ia ser longa.   

Pensa também que uma criança de 4 anos ainda não compreende como deve enfrentar uma doença.  É uma situação crítica que enfrenta minuto a minuto, tempo que se faz eterno, porque não compreende que essa doença passará dentro de uns dias.

Por essa razão, tentei buscar uma solução e tive a ideia de realizar um projeto mãe-filho para ocupar o nosso tempo.

 Que melhor que “construir” um conto?

Decidimos que o tema seria o Sistema Solar, já que  era o assunto que ele estava estudando no jardim. Para ajudá-lo a compreender que a sua doença era passageira, lhe introduzi como protagonista do conto, e a sua doença como um dos problemas que ele teria que enfrentar. Em um sonho ele viveria uma grande aventura, transformando-se em um astronauta e viajando pelo espaço. Depois de acordar  e superar a doença voltaria para o jardim e contaria o sonho para os seus amiguinhos. Esse, basicamente, é o enredo do conto.

Ah! E o mais lindo foi que ele me ajudou a escrever a história. Depois que terminamos de escrevê-la, a lemos algumas vezes e a continuação começamos a preparar as ilustrações.  Como você poderá observa abaixo, todo o livro foi feito a modo de collage, com o uso de diferentes tipos de materias.

Foi uma semana muito ocupada. Além disso, o meu pequeno ficou tão contente  que depois que passou a catapora, levou seu conto para para ler aos seus amiguinhos do jardim. 

Os deixo o slide do conto:

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Os logros que alcançamos com esse conto:

1 – Entreter: Consegui entreter o meu filho durante uma semana, tirando o seu foco da doença e focando-lhe em um projeto construtivo.

2 – Superar: ao ver-se como protagonista do conto, dentro do qual pode superar um problema (imaginário), a criança recebeu a mensagem de que seu problema real também pode ser superado.

3 – Imaginar: O menino percebeu que também é capaz de imaginar e criar um conto.

Os contos são excelentes instrumentos de terapia para ajudar as crianças no processo de superação  de transtornos e problemas. Além disso os ajuda a compreender que as vicissitudes da vida podem ser vividas e superadas.

Espero a sua opinião. Lembre-se que A Caixa de Imaginação é um instrumento de comunicação bilateral. Até logo!

O Monstro de Cores: aprendendo sobre os sentimentos

(Para leer el texto en Español pincha en: El monstruo de colores)

Educando a emocionalidade

Uma resenha muito especial

Sou uma amante dos contos infantis! Gosto muito de aprender e ensinar através dos contos. As histórias infantis não foram criadas somente para entretener as crianças. Na verdade elas possuem um forte componente didático que deve ser aproveitado ao máximo para ajudar as crianças no seu processo de aprendizagem de vida.

Por essa razão e aproveitando que estamos buscando presentes de Natal para dar aos nossos filhos, sobrinhos, netos etc, sugiro esse livro. O Monstro de Cores foi escrito e ilustrado por Anna Llenas. Se você quiser pode conhecer outros livros dela no seu site e também pode seguir o seu blog.

O livro conta a história do monstro de cores, cada cor simboliza um sentimento: Tristeza (azul),  Medo (negro),  Raiva (vermelho),  Calma (verde), Alegria (amarelo), Amor (rosa).

Uma menina encontra o Monstro todo colorido, simbolizando que todos os seus sentimentos estão misturados e por isso ele se sente confuso. Ela explica-lhe que é necessário ordenar os sentimentos, separa-los de acordo com as suas cores. Explica como funciona cada sentimento.

O monstro de cores

Com essa história as crianças aprendem a identificar os sentimentos de acordo com o que sentem no momento. É muito interessante, porque não nos enganemos, há muito marmanjo por aí que não consegue compreender o que realmente está sentindo.

Meu filho amou receber esse livro de presente. Além disso, para que ele aprendesse mais sobre os sentimentos e como enfrentar os sentimentos negativos, fizemos algo muito legal. Pegamos etiquetas em potes de vidro com os sentimentos escritos nelas. Cortamos papel com as mesmas cores e quando o meu menino sente raiva, por exemplo, escrevemos o sentimento no papel vermelho, conversamos sobre como ele está se sentindo e colocamos o papel dentro do “Pote da raiva”.

resenha livro infantil a caixa de imaginação

Depois disso nos abraçamos (porque ele aprendeu que o carinho remove os sentimentos ruins), e chegado a esse ponto toda a raiva que ele sentia já se dissipou. Esse exercício ajuda a criança a falar e enfrentar os sentimentos negativos e a desfrutar dos sentimentos positivos. 

Eduquemos as emoções das nossas crianças! Somente assim elas poderão ser adultos sadios e maduros. 

 

Se gostou deste conto tenho certeza que também gostará de “Carlota não quer falar”, entra para ver tudo que esse conto oferece.

Você é ponto de partida ou ponto final? Sete características.

 Peter H. Reynolds
Foto de arquivo: Claudine Bernardes

Ponto de partida

Sou um ponto de partida
desde onde as pessoas alçam voo,
decolam.

Quando alcançam altura,
olham para baixo e ali estou
um ponto… um simples ponto.
Um ponto de partida

Talvez se esqueçam de mim,
talvez nunca regressem.
Entretanto,
o que sou jamais deixarei de ser:
seu ponto de partida.

Há também os que regressam,
porque para eles,
além de ponto de partida
sou uma parada de descanso.
(Claudine Bernardes)

Peter H. Reinolds
Foto da Capa

Se você não puder ler todo o meu post, ao menos veja o vídeo do livro infantil “O Ponto” (Peter H. Reynolds) que me inspirou a escrevê-lo. Está abaixo.

Você é ponto de partida ou ponto final?

Saber a resposta para esta pergunta é essencial para melhorar o seu relacionamento com os demais. Mas, que história é essa de ponto de partida e ponto final? Bem, desde pequenos nos encontramos com pessoas que de alguma maneira foram um ponto de partida, que nos ajudaram a iniciar algo, inclusive, a ser o que hoje somos. Pense neles! Para algumas pessoas os pais foram seus primeiros “ponto de partida”: animando a aprender algo, a iniciar um projeto, ou alentando quando estão a ponto de desistir. Também estão nossos professores, que compartilharam conosco seu conhecimento, e plantaram dentro de nós as sementes do conhecimento, de projetos e sonhos. É possível, inclusive, que estas sementes tenham germinado e hoje são belas árvores frutíferas que alimentam outras pessoas. Há muitas pessoas que para mim foram um ponto de partida e algumas se transformaram em uma parada de descanso.

O que tinham essas pessoas de especial que as tornaram um “Ponto de Partida”? Deixarei 7 características que pude encontrar. As pessoas “Ponto de Partida”…

  1. Plantam sementes: O ponto de partida é um princípio de algo. Por essa razão, uma pessoa “Ponto de Partida”, é alguém que ajuda a outros a encontrar seu potencial. Para isso, plantam uma semente, o que é o mesmo que uma ideia ou uma palabra de ânimo. Ajudam a despertar talentos que estavam dormidos, ou inclusive que não existiam, porém com trabalho e tendo alguém que nos anime, esses talentos vão surgindo, crescendo e consolidando-se. Você já ajudou a alguém encontrar seu potencial?

  2. Transmitem conhecimento: Uma pessoa “Ponto de Partida” ama transmitir conhecimento ou experiências, é um “mestre da vida”. Quando compartilham conhecimento não o fazem desde um pedestal, não erguem barreiras e tampouco são impessoais. Porque para uma pessoa “Ponto de Partida”, cada ser humano que passa pelas suas mãos é único; não vê uma pessoa problemática como um problema, mas sim como uma resposta ao seu crescimento. Você compartilha o que sabe com outros?

  3. Amam o que fazem: O amor sempre é o motor que impulsa a uma pessoa “Ponto de Partida”. Quando não há amor, as frustrações o farão desistir de alentar a outros. Você ama o que faz?

  4. Não esperam reconhecimento: Penso que sempre devemos reconhecer as pessoas que nos ajudam, porém nem sempre isso ocorrerá. A pessoa “Ponto de Partida” sabe disso, por essa razão planta árvores sem esperar comer do fruto. Para ela o importante é coloborar para que haja frutos, ainda que seja para alimentar a outros. São aqueles professores que apesar de ganhar um ínfimo salário, dão o melhor de si; não têm medo de abrir-se e mostrar o que são. Você ajuda sem esperar algo em troca?

  5. Fazem críticas construtivas: Realmente creio que devemos dizer o que pensamos, porém devemos fazê-lo tendo como base o amor. Uma pessoa “Ponto de Partida” sabe que fazer críticas é importante para ajudar outras pessoas a crescerem; no entanto, também sabe que suas palavras podem matar o sonho de outras pessoas. Por essa razão, escolhe a palavra e o sentimento apropriado para dizer algo; porque suas críticas edificam pontes entre as pessoas e seus sonhos. São um alento nos momentos de dificuldade, uma palavra de partida num momento de branco criativo e principalmente um : “Faça melhor da próxima vez, porque sei que você pode!” Como as pessoas reagem as suas críticas?

  6. São buscadas para dar conselho: Há pessoas que adoram dar conselhos, estão apaixonadas pelo som da própria voz. São os especilistas em “de tudo um pouco”, que pensam que sua ideia é única e que a sua resposta é sempre a verdadeira; a única opção. Porém, uma pessoa “Ponto de Partida” não pensa assim, por essa razão, outros a buscam. Ela não necessita pendurar no pescoço um cartaz de “dou conselho grátis”, porque os demais sabem que quando necessitem ela estará ali. Outras pessoas buscam os seus conselhos?

  7. São Multiplicadoras: Isso mesmo! Uma pessoa “Ponto de Partida” gera outras pessoas “Ponto de Partida”. Seu impacto é tão positivo em outras pessoas que gera nelas o desejo de também serem pontos de partida. Esse é o ápice, a coroação e a prova do seu sucesso: conseguir transmitir o legado de ser um “Ponto de Partida”. Você está transmitindo o seu legado?

Agora gostaria que você meditasse nesses sete pontos e com sinceridade refletisse se você está sendo um ponto de partida, ou se suas críticas estão servindo de ponto final aos sonhos de outros.

Para terminar gostaria de compartilhar com você o vídeo do livro infantil que inspirou esse post. Se chama “O Ponto” (Peter H. Reynolds). Não termine de ler essa publicação sem ver esse vídeo, é realmente inspirador.

Lembre-se  que “A Caixa de Imaginação” é um canal aberto, por isso nos alegra receber seus comentários e contar com a sua participação. Também, gostaríamos de perdir-lhe que compartilhe com seus amigos esse post, dessa forma você poderá ajudar a outras pessoas. (Pincha para leer el texto en español: Punto de partida)