Categoria: Espanha

Ótimas Novidades: Parceria com EPsiHum, Mestrado Europeu em Educação Expressiva e viagem ao Brasil.

  Oi! Tudo bem? Este blog tem crescido muito, e recebo diversas mensagens todos os dias, o que me deixa extremamente feliz. Como vocês já sabem, vivo na Espanha há 13 anos, sou Escritora e Especialista em Contos e Fábulas Terapêuticas. Além disso, realizo oficinas e formação em Educação Emocional através de Contos. Constantemente recebo

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O amanhecer no Mediterrâneo

(Pinche para leer el texto en Español: Amanecer Mediterráneo)   Fotografia e edição: Claudine Bernardes. Praia de Benicassim Acordei assustada e olhei no relógio. Oh, não! O despertador não soou e já era às 6:30 da manhã. Pulei da cama, tomei meu café correndo (porque antes disso não sou gente), me vesti, peguei a bicicleta do meu marido

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Você vai deixar de seguir o caminho por que encontrou uma pedra?

(Para leer el texto en español pincha en: El camino y la piedra) O caminho e a Pedra No Meio do Caminho No meio do caminho tinha uma pedra Tinha uma pedra no meio do caminho Tinha uma pedra No meio do caminho tinha uma pedra. Nunca me esquecerei desse acontecimento Na vida de minhas retinas

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Te atreves a sair das 4 paredes?

(Para leer el texto en Español pincha en: ¿Te atreves a salir de las 4 paredes?) Meu segundo lar Meu coração batia a um ritmo acelerado, enquanto pensava: “Já não tenho idade para essas aventuras. Mas que besteira estou dizendo? Deve estar faltando oxigênio no meu cérebro.” O caminho era íngreme, cheio de pedras e embora eu

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Você está criando pássaros em gaiola de concreto?

(Para leer el texto en Español pincha en: Pájaro en jaula de concreto) O passarinho na gaiola de concreto O pobre passarinho está preso na gaiola. Dão-lhe de beber e dão-lhe de comer. Esperam que cante… mas, cantar o quê? Cantar de como é triste a sua prisão? Que suas asas doem e deseja sua libertação?

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Lugares que convidam a escrever: Morella.

Ele só tinha 3 anos e seu corpo de menino transbordaba energia. Era a primeira vez que visitava a cidade amuralhada. Com suas torres, grandes portais e ruas de pedras… estreitas ruas de pedras… aquele era um lugar mágico! A cidade era antiga e cheia de história, mas ele ainda não tinha consciência de tudo isso. Seu desejo instintivo, naquele momento, era abrir os braços e baixar voando pela rua de pedra abarrotada de turistas. Pequenos comércios que vendiam qualquer coisa que pudesse estimular os sentidos dos turistas, ladeavam a rua. Ele parou em frente de uma loja de suvenirs e seus pequenos olhos brilharam. Estava emocionado e aplaudia, como se estivesse diante de uma impressionante orquestra musical. Porém, o objeto de sua felicidade era um simples cata-vento. Com suas muitas cores, girava impulsado pelo vento outonal, hipnotizando o menino. Ah! Que ingênua e simples e pura pode ser a felicidade!

O despertador não soou! Levantei assustada e saí correndo pra ver o nascer do sol…

Acordei assustada e olhei no relógio. Oh, não! O despertador não soou e já era às 6:30 da manhã. Pulei da cama, tomei meu café correndo (porque antes disso não sou gente), me vesti, peguei a bicicleta do meu marido (que é mais rápida que a minha) e saí de casa como quem está dando a luz.

Janelas que conduzem a outras janelas

Gosto de janelas! Através delas observo a vida. Janelas nos conduzem a outras janelas. Nos mostram o mundo e uma infinidade de possibilidades. Eu gosto de possibilidades. Janelas são possibilidades. Meus olhos são janelas que me conduzem para fora de mim, por onde os demais me espreitam, me descobrem. Janelas são descobertas. Um canal de

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