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Andorra: Um lugar que me convida a escrever

(Para leer la entrada en español pincha aquí) Encontrei-me em lugares distantes e próximos. Encontrei-me no alto de uma montanha e perto de um rio. Encontrei-me em lugares onde nunca me havia perdido. É verdade que esse blog não trata de viagens. Mas não poderia deixar de compartilhar com vocês algumas fotos de Andorra. Queríamos fazer uma viagem em família e… Continuar lendo Andorra: Um lugar que me convida a escrever

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Você vai deixar de seguir o caminho por que encontrou uma pedra?

(Para leer el texto en español pincha en: El camino y la piedra) O caminho e a Pedra No Meio do Caminho No meio do caminho tinha uma pedra Tinha uma pedra no meio do caminho Tinha uma pedra No meio do caminho tinha uma pedra. Nunca me esquecerei desse acontecimento Na vida de minhas retinas… Continuar lendo Você vai deixar de seguir o caminho por que encontrou uma pedra?

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Hora e meia. Nem mais nem menos.

(Para leer esta entrada en Español pincha en: Hora y media, ni más ni menos) Chegou o momento. Pego o capacete e a minha incansável companheira de aventuras de duas rodas, e saio com rumo certo.  Hora e meia, nem mais nem menos. Durante este tempo meus músculos se misturam com a engrenagem da bicicleta. Ela e… Continuar lendo Hora e meia. Nem mais nem menos.

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O ruído das folhas secas em outono.

(Para leer el texto em Español pincha en: El ruido de las hojas secas en otoño) As tardes cinzentas de anoiteceres prematuros; as folhas secas que pisamos pelo caminho, são um pouco de todas as coisas belas que o outono nos presenteia. Porém, o mais belo que guardo do outono, é o teu sorriso maroto, enquanto corres pisando as folhas… Continuar lendo O ruído das folhas secas em outono.

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Te atreves a sair das 4 paredes?

(Para leer el texto en Español pincha en: ¿Te atreves a salir de las 4 paredes?) Meu segundo lar Meu coração batia a um ritmo acelerado, enquanto pensava: “Já não tenho idade para essas aventuras. Mas que besteira estou dizendo? Deve estar faltando oxigênio no meu cérebro." O caminho era íngreme, cheio de pedras e embora eu… Continuar lendo Te atreves a sair das 4 paredes?

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Lugares que me convidam a escrever: Alejandro

Dorme, meu coração, porque enquanto sonhas velarei por ti. Estás tão sereno que ninguém diria que acordado tu és meu tsunami e minha alegria. Segues crescendo, meu amor, mas enquanto eu seja a tua “mamá querida” te guardarei nos meus braços e te encherei de carinhos. Já virá o dia em que terás vergonha de fazer-me mostras de afeto em público. Mas ainda assim, te olharei nos olhos e ali, escondido dentro de ti, verei todo o amor que tens por mim. Descansa entre sonhos, minha vida, e perdoa-me por todos os erros que cometi pelo caminho. Eu sei que foram muitos! No entanto, se há algo que possa dizer em minha defesa, é que me equivoquei, não por amor pouco, sim por amar intensamente e desejar que fosses o melhor de mim. Ah, “mi niño”! Não entendo como pudeste transformar toda minha vida em tão pouco tempo. Me mostras-te que me falta paciência, me sobra intolerância e ainda assim me amas. Sigo aprendendo, “cariño”, porque contigo estou no caminho... espero caminhar ao teu lado durante muitos anos. Dorme, meu coração.

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Lugares que convidam a escrever: Morella.

Ele só tinha 3 anos e seu corpo de menino transbordaba energia. Era a primeira vez que visitava a cidade amuralhada. Com suas torres, grandes portais e ruas de pedras... estreitas ruas de pedras... aquele era um lugar mágico! A cidade era antiga e cheia de história, mas ele ainda não tinha consciência de tudo isso. Seu desejo instintivo, naquele momento, era abrir os braços e baixar voando pela rua de pedra abarrotada de turistas. Pequenos comércios que vendiam qualquer coisa que pudesse estimular os sentidos dos turistas, ladeavam a rua. Ele parou em frente de uma loja de suvenirs e seus pequenos olhos brilharam. Estava emocionado e aplaudia, como se estivesse diante de uma impressionante orquestra musical. Porém, o objeto de sua felicidade era um simples cata-vento. Com suas muitas cores, girava impulsado pelo vento outonal, hipnotizando o menino. Ah! Que ingênua e simples e pura pode ser a felicidade!